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Aegea estará na disputa da concessão do Dmae, afirma Dallazen

Presente em 15 estados brasileiros e em praticamente 890 municípios do País, a Aegea tem interesse na concessão do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae). A modelagem do contrato será analisada e uma vez definida, a empresa que é responsável pela gestão da Corsan estará na disputa da autarquia porto-alegrense. A informação é do diretor de Relações Institucionais da Aegea, Fabiano Dallazen.

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Presente em 15 estados brasileiros e em praticamente 890 municípios do País, a Aegea tem interesse na concessão do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae). A modelagem do contrato será analisada e uma vez definida, a empresa que é responsável pela gestão da Corsan estará na disputa da autarquia porto-alegrense. A informação é do diretor de Relações Institucionais da Aegea, Fabiano Dallazen.

"O que posso dizer é que o Dmae interessa à nossa empresa. Vamos analisar a modelagem e, uma vez entendendo que é viável, a gente vai ser competitivo como somos em todo o Brasil", destaca. Dallazen e Artur Lemos, secretário-chefe da Casa Civil, participaram nesta quarta-feira (20) do Tá na Mesa da Federasul, no Palácio do Comércio, em Porto Alegre. O evento abordou o tema "Superação dos desafios no saneamento público e abastecimento de água".

Segundo o diretor, todas as empresas ligadas ao setor de saneamento têm interesse em um ativo como o Dmae. "Porto Alegre é uma capital importante. Estamos com a Corsan na Região Metropolitana em cidades como Canoas, Gravataí e Cachoeirinha. Estamos perto de Porto Alegre. Temos interesse no Dmae", comenta. Dallazen diz que ainda não há a definição da modelagem. "Não temos a definição de quais os termos, qual o investimento solicitado, qual a outorga e quais os prazos. Tudo isso precisa ser definido", acrescenta.  A Aegea/Corsan está presente em 317 municípios do Rio Grande do Sul de um total de 497. 

De acordo com Lemos, os investimentos anuais na Corsan em tecnologia, obras e expansão dos serviços eram de R$ 400 milhões antes da privatização. Agora são de R$ 1,9 bilhão com recursos da iniciativa privada - quase cinco vezes mais que a média histórica. O secretário-chefe da Casa Civil afirma que a situação atual dos municípios que não são atendidos pela Corsan em relação à cobertura de água é de 96% (próxima da meta).

Já a cobertura de esgoto chega a 47% (apenas 31% tratado). Conforme Lemos, a projeção é de que a meta não será atingida até 2033 no ritmo atual. "Muitos municípios têm baixa capacidade técnica e financeira para buscar a universalização do serviço", acrescenta o secretário-chefe da Casa Civil.

De acordo com Dallazen, desde julho de 2023, a Aegea já investiu R$ 3,8 bilhões em obras, tecnologia, segurança operacional e qualificação de equipes. "Colocamos o Rio Grande do Sul em rota acelerada para cumprir as metas do Marco Legal do Saneamento", destaca.

Sob gestão privada do Grupo Aegea, a Corsan, conforme Dallazen, assumiu o desafio de transformar a realidade de seis milhões de gaúchos com um plano ambicioso: universalizar o acesso à água tratada para 99% da população na região atendida e alcançar 90% de cobertura de esgoto até 2033, conforme determina a lei do setor.

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