Centro de detenção surgiu como um dos principais símbolos da campanha de deportações promovida pelo presidente dos EUA. Governador afirmou que local 'cumpriu o propósito'.

Conheça a 'Alcatraz dos Jacarés', nova prisão de imigrantes que Trump vai abrir na Flórida
O centro de detenção de imigrantes conhecido como “Alcatraz dos Jacarés”, nos Estados Unidos, foi fechado após menos de um ano de funcionamento. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (25) pelo governador da Flórida, Ron DeSantis.
Durante uma visita às instalações, ao lado do responsável pela política de fronteiras da Casa Branca e outros funcionários, DeSantis afirmou que não havia mais detentos no local. Ele disse ainda que a unidade cumpriu a função emergencial para a qual foi construída.
O centro foi alvo de críticas de advogados, familiares de presos e organizações de direitos civis e humanos. Os grupos apontaram condições de detenção e questionaram garantias processuais de parte dos detidos.
“‘Alligator Alcatraz’ cumpriu seu propósito”, disse DeSantis. Segundo ele, a estrutura permitiu a expulsão de “muitas pessoas perigosas” do país.
A unidade foi construída em uma pista de pouso praticamente desativada, em área de pântanos na Flórida. A operação começou em julho de 2025.
O centro foi usado como apoio ao plano de deportações em massa do governo de Donald Trump. Em visita ao local, o presidente norte-americano disse em tom de piada que os jacarés da região funcionariam como uma espécie de segurança natural.
O nome “Alcatraz dos Jacarés” faz referência à antiga prisão de Alcatraz, localizada na região da baía de São Francisco. O custo da instalação foi alvo de debate. A estimativa é de que tenha superado US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões).
Segundo autoridades, os últimos detentos foram transferidos para outras unidades ou deportados. A imprensa dos Estados Unidos informou que o desmonte total da estrutura já foi iniciado. O centro é tratado por autoridades como um modelo para outros estados.
Trump visita 'Alcatraz dos jacarés', novo centro de detenção de imigrantes na Flórida, em 1º de julho de 2025. — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU)
1 hora atrás
3
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/D/x/3gugtxSQiBIJjziR1BTA/2026-05-13t122641z-408211924-rc288lagun0h-rtrmadp-3-britain-politics-parliament-opening.jpg)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/Y/X/PI4CBSRBinBecCMwMPbA/image1-1-.jpg)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Y/S/w3k7BATfOgZOPejpoyXQ/2026-06-25t160451z-1560921923-rc221macznii-rtrmadp-3-venezuela-quake.jpg)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/t/x/2vVlsiQcqJfyPAZPHDFA/afp-20260625-b8al7hr-v1-midres-venezuelaearthquake.jpg)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_08fbf48bc0524877943fe86e43087e7a/internal_photos/bs/2026/2/d/ahXI6IRKKsgCfZJLSm1g/unnamed-1-.webp)

:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_08fbf48bc0524877943fe86e43087e7a/internal_photos/bs/2026/f/G/gGrBNJRwaydNM9Xc9HNQ/54966404065-a6a099d410-b.jpg)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/v/5/LEDYwDQGKH3UQaNVLzNQ/globo-canal-5-20260619-0330-frame-106870.jpeg)
:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_08fbf48bc0524877943fe86e43087e7a/internal_photos/bs/2024/o/u/v2hqAIQhAxupABJOskKg/1-captura-de-tela-2024-07-19-185812-39009722.png)




:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_08fbf48bc0524877943fe86e43087e7a/internal_photos/bs/2025/J/R/Veex9XRB6Kr6TvY1ZgLw/imagem-2025-05-21-185915249.png)



Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro