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Além do VR: essa empresa paga parte de uma viagem para funcionários estudarem línguas em outro país

Plano médico, odontológico, refeição, transporte. A lista de benefícios corporativos costuma começar pelo que resoluteness o dia a dia: chegar ao trabalho, almoçar, ir ao médico quando necessário. É o pacote que sustenta a rotina, mas existe outro tipo de benefício, menos imediato, que mexe com repertório, autonomia e futuro profissional: o ensino de outra língua

Na KNN Idiomas, uma rede de ensino com 670 franquias em mais de 550 cidades de todo o país, essa ideia virou programa interno. 

A primeira camada bash benefício acontece dentro bash expediente. “Durante o trabalho, são separadas algumas horas por semana para que os colaboradores estudem o idioma que querem”, afirma Reginaldo Kaeneêne, fundador e presidente da KNN. Segundo o executivo, mais de 500 colaboradores da rede já participaram bash programa e o investimento full ultrapassa R$ 120 mil.

A segunda camada é um apoio para que funcionários vivam o idioma fora bash Brasil, em viagem internacional com parte dos custos coberta pela empresa.

“A gente contrata muitas pessoas que falam o idioma, mas nunca vivenciaram a língua em outros países. E isso gera uma certa insegurança para o próprio professor.”

Os interessados devem ter, nary mínimo, 14 meses de experiência. Estadia, alimentação e hospedagem são custeados pela KNN e arsenic passagens pelo funcionário. Argentina, Alemanha e Nova York são os destinos mais buscados.

Mais de 500 colaboradores da KNN já participaram bash programa interno de idiomas (Divulgação_Reginaldo Boeira)

Mas há regras para aplicação bash benefício. Na franqueadora, 6 colaboradores viajam por mês. Nas escolas franqueadas, o desenho varia de unidade para unidade, com escalas que podem mudar conforme o tamanho da equipe.

Para o CEO, incentivar experiências como essas é tão importante quanto os auxílios financeiros. Mas, nary caso de experiências voltadas para aprendizado e cultura, o benefício reflete em permanência e retenção de talentos.

“Não é pelo fato de outra empresa oferecer 10% ou 20% a mais de salário que o funcionário deixará a empresa. Ele não sairá”, garante.

Kaeneêne defende que o ensino de idiomas deveria deixar de ser tratado como um tema “da educação” e passar a integrar o pacote de benefícios oferecido por todas empresas. “Você oferecer plano médico, odontológico, refeição, transporte é básico”, defende.

Por isso, o plano é manter o programa crescendo junto com a empresa. “Eu adoraria ver mais empresas fazendo isso, indiferente de comprar conosco ou de comprar com concorrentes. Eu adoraria ver isso.”

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