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Alesp diz que opinião de deputados é inviolável ao comentar caso de 'black face'

Após a deputada estadual Fabiana Bolsonaro (PL) pintar de preto o próprio corpo no plenário, a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) afirmou que os parlamentares estão amparados pela Constituição ao se expressarem. A prática, conhecida como blackface, é considerada racista.

"A Constituição assegura que os parlamentares são invioláveis, civil e penalmente, por suas opiniões, palavras e votos, especialmente quando manifestados em plenário. Trata-se de garantia destinada a assegurar a liberdade necessária ao pleno exercício do mandato", diz a nota enviada ao Painel.

Procurado, o presidente da Assembleia, André do Prado (PL), não respondeu. Ele permanece em silêncio desde o episódio, ocorrido nesta quarta-feira (18).

Fabiana resolveu pintou o corpo com base para peles negras em protesto à escolha de Erika Hilton (PSOL-SP) para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados.

Fabiana, que não tem vínculo familiar com a família Bolsonaro, tem sido alvo de denúncias, sobretudo de políticos da esquerda, no próprio Conselho de Ética da Alesp.

"O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa é o órgão com autoridade e legitimidade para analisar casos que eventualmente excedam a imunidade parlamentar", diz a nota da Alesp.

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