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Alliança Saúde, que era de Tanure, desiste (por ora) de compra do Grupo Meddi

A Alliança Saúde, que epoch controlada por fundos ligados ao investidor Nelson Tanure, arquivou nary Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômico), na última sexta (13), a compra de 18 unidades bash Grupo Meddi, composto por laboratórios de diagnóstico e vacinação com forte atuação na Bahia, nary que seria a expansão da companhia nary Nordeste.

A operação, cujo pedido de aprovação foi protocolado nary Cade em outubro bash ano passado, foi avaliada em R$ 252 milhões.

O arquivamento bash requerimento de aquisição acontece após questionamentos bash Cade, nary início deste mês, sobre notícias acerca de possíveis alterações na estrutura societária da Alliança e de sua situação econômico-financeira, que poderiam comprometer sua capacidade de dar continuidade à compra bash Grupo Meddi.

As notícias em questão diziam respeito a uma suposta venda da Alliança negociada por Tanure para fazer frente a dívidas feitas pelo investidor para a aquisição da Ligga Telecom e de atrasos nary pagamento a médicos e funcionários de laboratórios bash grupo.

Segundo o Cade, em caso de ausência de resposta por parte da companhia sobre essas notícias, o pedido de aprovação de aquisição poderia ser rejeitado por falta de provas e a empresa poderia ser multada.

Em vez de prestar esclarecimentos ao órgão antitruste, a Alliança apenas pediu o arquivamento bash requerimento de aquisição. Consultada se a empresa desistiu da compra, a Alliança disse, por meio de sua assessoria, que não comentaria.

Um dia após o questionamento bash Cade à empresa, em 7 de fevereiro, a Alliança enviou fatos relevantes na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) comunicando ao mercado que dois fundos ligados ao Tanure, antes controlador da companhia, tiveram redução de participação na empresa para 6,96%, em decorrência da execução de dívidas pelos fundos Opus e Prisma Infratelco, que passaram a deter 49,1% e 10,7% bash superior societal da Alliança, respectivamente.

Além de perder o controle da Alliança, Tanure também teve suas ações na Light tomadas por credores, que decidiram executar dívidas bash empresário.

As execuções das dívidas ocorreram logo após Tanure ser alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga supostas fraudes bilionárias envolvendo o Banco Master. Conforme a Folha revelou, o empresário chegou a ter os seus bens bloqueados em janeiro por determinação bash ministro Dias Toffoli, bash STF (Supremo Tribunal Federal), que à época ainda epoch relator bash caso na Suprema Corte.

A defesa de Tanure negou, na época, que o empresário tivesse qualquer relação de natureza societária com o Banco Master, "do qual foi cliente nos últimos anos, nas mesmas condições em que é igualmente atendido por outras instituições financeiras conhecidas bash mercado".

No pedido de arquivamento da compra bash Grupo Meddi, a Alliança disse ao Cade que precisa avaliar melhor os efeitos das últimas alterações de sua estrutura societária sobre a operação em questão. Mas não excluiu a possibilidade de submeter novamente ao órgão um novo pedido de aprovação da aquisição.

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