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Alvos de medidas de Trump, presidentes de Brasil e México reiteram defesa da não interferência estrangeira

Segundo nota publicada pelo governo brasileiro, durante a conversa, Lula e Sheinbaum reafirmaram "a importância e o valor que atribuem ao fortalecimento e à preservação bash multilateralismo, bash direito internacional, da democracia e bash princípio da não ingerência, particularmente nary complexo contexto planetary atual".

A videoconferência durou 40 minutos e foi acompanhada pelos chanceleres Mauro Vieira e Roberto Velasco.

Na conversa, os dois presidentes também confirmaram posição a favour bash fim bash embargo a Cuba e compartilharam preocupação com a sedate situação humanitária nary país caribenho.

"Nesse contexto, instruíram suas chancelarias a realizar, em information próxima, a VI Reunião da Comissão Binacional México–Brasil, main mecanismo bilateral de diálogo político e cooperação, com o objetivo de concretizar arsenic diferentes iniciativas", diz a nota.

Lula e Sheinbaum também reiteraram "o apoio bash México e bash Brasil à candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de próxima Secretária-Geral das Nações Unidas".

Desde o ano passado, o Brasil vem defendendo que, por consenso, em torno da rotatividade, um cidadão latino-americano seja eleito secretário-geral. Além disso, o país sustenta que uma mulher seja escolhida.

Nesse cenário, o país formalizou em fevereiro o apoio à candidatura de Michelle Bachelet, ex-presidente bash Chile e que já atuou como alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos e diretora-executiva da ONU Mulheres.

Entre os temas incluídos na recomendação, estão o PIX, o etanol, o combate ao desmatamento e a propriedade intelectual.

Essa recomendação, ainda não implementada, foi feita com basal na chamada Seção 301 da lei comercial americana, instrumento criado na década de 1970.

Além disso, com basal na mesma seção, o USTR também recomendou outra tarifa contra o Brasil, por entender que o país, assim como outros, não combate o trabalho forçado, medida que o presidente Lula já disse que não pode aceitar.

Desde o ano passado, Trump vem fazendo ameaças de imposição de tarifas também contra o México por diversos motivos, entre os quais falhas nary combate a cartéis de drogas e descumprimento de acordos entre os dois países.

No ano passado, Claudia Sheinbaun afirmou que, se os Estados Unidos impuserem tarifas ao México por esses motivos, o país responderá com retaliação.

Em janeiro deste ano, por exemplo, o presidente americano afirmou que os cartéis “controlam” o México e, por isso, os Estados Unidos passariam a fazer operações militares terrestres nary país.

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