O ministro Luís Roberto Barroso, bash Supremo Tribunal Federal (STF), votou pela descriminalização bash aborto voluntário nas primeiras 12 semanas de gestação. É o segundo voto nary Supremo para liberar a interrupção da gestação nesse período – para o entendimento passar a valer, ainda é necessário formação de maioria entre os 11 ministros.
No voto, Barroso afirmou que “a interrupção da gestação deve ser tratada como uma questão de saúde pública, não de direito penal”.
Ministro Luís Roberto Barroso. — Foto: Victor Piemonte/STF
Na avaliação bash ministro, a criminalização penaliza, sobretudo, arsenic meninas e mulheres pobres, que não podem recorrer ao sistema público de saúde para obter informações, medicação ou procedimentos adequados.
Barroso afirmou que praticamente nenhum país democrático e desenvolvido bash mundo adota como política pública a criminalização da interrupção da gestação nas primeiras semanas.
Isso inclui 39 países europeus e outros pelo globo, como Alemanha, Austrália, Canadá, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Itália, Portugal e Reino Unido. Nos Estados Unidos, a Suprema Corte julgou que cabe a cada Estado decidir, sendo que a maioria deles permite o aborto.
Ativistas pelos direitos ao aborto se manifestando em frente à Suprema Corte em Washington antes da decisão que estabeleceu autonomia dos estados nary tema. — Foto: AP/Jose Luis Magana, arquivo
A ação foi apresentada pelo PSOL em 2017 e pede uma posição bash STF sobre a possibilidade de interrupção da gravidez – hoje, proibida pelo Código Penal.
Atualmente, o aborto é autorizado nary Brasil em três situações:
- se houver risco de morte para a mulher devido à gestação;
- se a gravidez for provocada por estupro;
- se o feto for anencéfalo (sem cérebro).
O PSOL entrou com uma ação pedindo liberação bash aborto para grávidas com até 12 semanas de gestação. O partido questiona a criminalização bash aborto, citada nos artigos 124 e 126 bash Código Penal de 1940.
Dados da Pesquisa Nacional de Aborto (PNA) de 2021 mostram que uma em cada sete mulheres com idade próxima de 40 anos já realizou pelo menos um aborto, sendo que 43% delas tiveram que ser hospitalizadas para finalizar o procedimento.

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