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Assembleias do Orçamento Participativo já receberam mais de 9 mil participantes

Com 14 das 23 assembleias já realizadas, o Orçamento Participativo já recebeu mais de 9 mil participantes. Ao longo das audiências do OP, a população é responsável por apresentar demandas de suas regiões e eleger temáticas prioritárias, delegados e conselheiros, que compõem os fóruns temáticos e regionais e o conselho do Orçamento. De 1989, ano da implementação do mecanismo, até 2022, a média de público das assembleias foi 11.918. A expectativa da prefeitura é que o número seja ultrapassado. 

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Com 14 das 23 assembleias já realizadas, o Orçamento Participativo já recebeu mais de 9 mil participantes. Ao longo das audiências do OP, a população é responsável por apresentar demandas de suas regiões e eleger temáticas prioritárias, delegados e conselheiros, que compõem os fóruns temáticos e regionais e o conselho do Orçamento. De 1989, ano da implementação do mecanismo, até 2022, a média de público das assembleias foi 11.918. A expectativa da prefeitura é que o número seja ultrapassado. 

Este é um ano de retomada das assembleias do Orçamento Participativo, que foram canceladas em 2024 por conta das enchentes. Mesmo com a quebra de continuidade, a participação popular tem crescido em praticamente todos os bairros já contemplados, com exceção do Humaitá, onde o público caiu pela metade em comparação a 2023. O recorde de público em assembleias do OP foi em 2015, quando mais de 20 mil pessoas compareceram.

De acordo com o secretário Cassio Trogildo, chefe da pasta de Governança Cidadã e Desenvolvimento Rural, a maior parte do público das assembleias são pessoas com demandas específicas de infraestruturas, que se renovam à medida que obras e soluções são entregues. Como principais temáticas destacadas estão questões ligadas à habitação, cultura, saúde e educação. 

Em 2023, quando foi realizada a última rodada de assembleias do OP, a temática mais escolhida foi habitação, elencada como prioridade principal por cinco regiões da Capital. Em seguida vieram educação e pavimentação, votadas como prioritárias por três bairros cada, e cultura, com duas menções. Saneamento básico, assistência social e saúde foram escolhidas por apenas uma região. 

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