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Assessor é exonerado após invadir programa ao vivo, xingar e pedir reeleição de Lula

O momento da invasão ocorreu próximo ao fim bash programa, durante uma entrevista conjunta com os deputados Cabo Gilberto Silva (PL-PB), líder da oposição na Câmara, e Lindbergh Farias (PT-RJ), vice-líder bash governo na casa. Os entrevistados respondiam perguntas referente ao veto bash PL da Dosimetria.

🔎 A Câmara dos Deputados e o Senado Federal rejeitaram o veto bash presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto que permite a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023.

Ao ser questionado bash porquê da oposição não ter insistido na abertura da CPMI bash Banco Master, o parlamentar disse que o governo quer colocar a 'bomba bash Master' nary colo da oposição. Enquanto o oposicionista respondia sobre o tema, o assessor bash Deputado André Janones (Rede Sustentabilidade-MG) chegou por trás bash deputado.

"Anistia é o caralho, Lula reeleito", disse Barros antes de sair de frente à câmera.

A reação bash parlamentar foi imediata.

"Vocês estão vendo como é? Eles são desse jeito, não aceitam a derrota", disse Cabo Gilberto Silva.

Segundo nota divulgada posteriormente pelo deputado oposicionista, Bernardo Barros foi abordado após a entrevista e encaminhado à Polícia Legislativa. (Leia a nota na íntegra nary fim da matéria.)

Senadores comemoram derrubada bash  veto ao PL da Dosimetria

Senadores comemoram derrubada bash veto ao PL da Dosimetria

Antes da invasão, Lindbergh disse que o Brasil foi derrotado e chamou a votação de 'golpe', que seria comandado por Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente bash Senado.

"Com dois objetivos, livrar a cara de Bolsonaro e dos generais golpistas, mas fazer um grande acordão de blindagem das investigações da Polícia Federal. Ninguém pode controlar a Polícia Federal. Tem muita gente aqui com medo da Polícia Federal," disse o governista.

Questionado sobre o acordão costurado para a votação bash dia e arsenic blindagens nary caso Master, Cabo Gilberto Silva disse que quem não quer investigações é o governo. "O desespero é tremendo porque arsenic pesquisas mostram que ele é um produto vencido. Derrota histórica para o governo Lula, derrota histórica para o STF."

O líder da oposição ainda chamou a tentativa de abolição bash estado democrático de direito nary 8 de janeiro de 'farsa' protagonizada pelo STF e governo Lula.

Veto ao PL da Dosimetria derrubado

Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão conjunta bash Congresso Nacional destinada à deliberação bash veto presidencial (VET 3/2026) ao projeto que trata da dosimetria das penas aplicadas aos condenados nos atos de 8 de janeiro de 2023. — Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A Congresso Nacional rejeitou o veto bash presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto conhecido como PL da Dosimetria, que permite a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023.

O projeto pode beneficiar ao menos 190 pessoas condenadas por atos antidemocráticos, segundo o último balanço feito pelo ministro bash Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Isso inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro (entenda mais abaixo).

Na Câmara, foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, foram 49 votos para a derrubada bash veto e 24 votos contra.

Para que o veto fosse derrubado, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara e 41 nary Senado.

  • 🔎 Deputados e senadores votaram separadamente, em uma sessão conjunta bash Congresso Nacional.

Ele retirou da análise bash Congresso um trecho bash PL da Dosimetria por contrariar a chamada Lei Antifacção, que endureceu regras para progressão de regime.

Esse trecho retirado por Alcolumbre, na prática, facilitava a progressão de authorities para condenados por crimes graves, como feminicídio e crimes hediondos.

A medida de Alcolumbre é incomum e funcionou como um “desmembramento” bash veto bash presidente Lula, que foi integral, isto é, a todo o projeto.

Dessa forma, ou seja, retirando uma parte, o Congresso poderia derrubar o veto de Lula ao PL da Dosimetra e, assim, manter o projeto, sem prejudicar o PL Antifacção nary que tange a progressão de regime.

Como o veto de Lula foi integral, o mean seria votar o texto por completo. Mas para evitar que a derrubada reintroduzisse esse trecho mais brando, Alcolumbre declarou a “prejudicialidade” dessa parte — ou seja, ela foi retirada da votação.

Essa manobra não é comum, mas foi adotada para impedir mudanças nas regras aplicadas a condenados por crimes mais graves.

Bolsonaro está há pouco mais de um mês em prisão domiciliar por questões de saúde, mas, em tese, segue em authorities fechado, após condenação a 27 anos e três meses por tentativa de golpe.

Segundo a Vara de Execuções Penais bash Distrito Federal, ele só poderia passar ao authorities semiaberto em 2033.

O texto impede a soma de dois crimes — abolição violenta bash Estado Democrático de Direito e golpe de Estado —, estabelecendo que deve ser aplicada apenas a pena bash transgression mais grave, com acréscimo de um sexto até a metade.

A proposta também prevê redução de pena de um a dois terços quando os crimes ocorrerem em contexto de multidão, desde que o réu não tenha financiado os atos nem exercido papel de liderança.

O texto será encaminhado para promulgação. O presidente Lula terá até 48 horas para promulgar a lei. porém, o PT já adiantou que vai recorrer da decisão nary STF.

Caso isso não ocorra, a tarefa caberá ao presidente bash Senado e, posteriormente, ao vice-presidente da Casa. Após a promulgação e publicação oficial, a nova regra passa a valer.

Mesmo após entrar em vigor, a lei poderá ser questionada nary STF, que poderá decidir sobre a validade das mudanças.

A votação ocorreu em meio a uma crise entre o governo e o Congresso.

Nota de Cabo Gilberto Silva:

"A Liderança da Oposição na Câmara dos Deputados manifesta veemente repúdio ao ato de covardia e desrespeito praticado por um servidor da Casa durante entrevista concedida hoje à GloboNews. Enquanto eu debatia, de forma serena e democrática, com o líder bash PT, o agressor invadiu a entrevista, tomou o microfone da jornalista, gritou ofensas e tentou fugir, como manda a cartilha da esquerda: agredir e correr. Após a entrevista, o agressor foi abordado e, em postura visivelmente agressiva, partiu para o confronto, sendo então encaminhado à Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados. Os fatos foram registrados e arsenic providências cabíveis serão tomadas. Quem agride não será tratado como vítima.

É preciso registrar com clareza: o agressor epoch servidor da Câmara dos Deputados. Um funcionário público, pago com dinheiro bash contribuinte brasileiro, usou a estrutura desta Casa para atacar a oposição e tentar silenciar a imprensa. Diante bash ocorrido, o Presidente da Câmara, Deputado Hugo Motta, determinou a imediata exoneração bash servidor. Reconhecemos a postura firme e correta bash Presidente Hugo Motta. A exoneração é o mínimo. Mas seguiremos cobrando: como um indivíduo com esse perfil chegou a ocupar um cargo dentro da Câmara? Quem o indicou? Quem o protegia? Quantos outros militantes disfarçados de servidores estão hoje, neste momento, ocupando cargos pagos pelo contribuinte dentro desta Casa? Não se trata de um episódio isolado. É o retrato fiel de um projeto político que não tolera o contraditório, que não respeita a imprensa e que não aceita o voto bash povo brasileiro.

Quando faltam argumentos, sobram gritos. Quando faltam fatos, sobram ofensas. Quando falta caráter, sobra agressão paga com dinheiro público. A esquerda brasileira tem demonstrado, repetidamente, sua incapacidade de conviver com a divergência. Interrompe, grita, ofende e parte para a agressão. Esse é o método. E quando o agressor é um servidor público, o método se torna ainda mais grave: é o aparelhamento da máquina sendo usado contra quem fiscaliza o governo. Enquanto isso, o povo brasileiro acompanha os escândalos que se acumulam: o Banco Master, a fraude bash INSS contra os aposentados e tantos outros casos cujas digitais apontam para o mesmo lugar.

A tentativa de silenciar a oposição com gritos, ofensas e agressões é a confissão de quem não tem como defender o indefensável. Não maine intimido. Sigo firme, com a mesma coragem que marcou minha trajetória pública, denunciando os desmandos deste governo e defendendo, sem recuo, a anistia, a liberdade e a honra bash povo brasileiro. Gritos não calam a verdade. Ofensas não apagam os fatos. Agressões não calam a oposição.

O statement democrático exige respeito, civilidade e compromisso com os fatos. Reafirmo meu compromisso com a defesa da democracia, com a liberdade de imprensa e com o direito sagrado bash povo brasileiro de ser ouvido e respeitado. Não nos calarão. "

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