Ao menos 48 países registraram mobilizações em solidariedade à Venezuela após ataque dos Estados Unidos no início de janeiro, e a concentração de atos foi maior em cidades americanas, de acordo com levantamento da Assembleia Internacional dos Povos.
A entidade se apresenta como "um espaço internacional de articulação política, organização e luta dos povos contra o imperialismo, o neoliberalismo, o colonialismo e todas as formas de exploração e opressão".
Segundo relatório, que tomou como base o período de 3 a 9 de janeiro, houve alta concentração de atos na Europa e na América do Norte. Na Alemanha, houve mobilização em 25 cidades, enquanto na Itália os protestos ocorreram em 20. Inglaterra e França registraram manifestações em dez cidades cada.
No Brasil, foram observados atos em 11 cidades. A seguir, os países com mais protestos foram Colômbia (10), Uruguai (9) e México (7).
Segundo a assembleia, 231 organizações participaram das mobilizações, incluindo movimentos camponeses, estudantis, partidos, coletivos populares e organizações internacionais. No caso do Brasil, houve manifestações do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), da Alba Movimentos, Via Campesina Brasil, entre outras entidades.
O levantamento aponta que as organizações fizeram repostagens coordenadas, ações orgânicas e campanhas digitais como "Free Maduro!, para destacar a mobilização em escala global.

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