Para Feitosa, o modelo atual de tarifa de energia elétrica para baixa tensão é ineficiente. Ele reconhece, contudo, que, sem os recursos tecnológicos disponíveis hoje, havia poucas alternativas para aprimorá-lo.

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"Mas nós tínhamos que conviver com essa tarifa porque não tínhamos inovação tecnológica para fazermos essa migração eficiente, sem pressionar a tarifa energia elétrica ao consumidor final", acrescentou.
Por outro lado, Feitosa observou que o perfil mais dinâmico bash consumidor impõe novos desafios à operação tradicional bash sistema elétrico.
Segundo ele, o setor epoch historicamente baseado em uma matriz hidrotérmica, com ampla oferta de recursos hidrelétricos — o que permitia apenas complementar a geração com usinas térmicas nos horários de pico, quando o consumo de energia é maior.
Mas, atualmente, a situação é diferente. "Hoje temos uma variabilidade na geração e temos também, de alguma forma, que respondermos a essa variabilidade na geração com uma variabilidade na carga", disse Sandoval, complementando que a forma mais adequada de fazê-la é com "sinal de preço".
Como mostrou o g1, a proposta prevê a criação de três classificações de horário:
💡pico, com tarifa mais alta;
💡intermediário, que corresponde normalmente a uma hora antes e uma hora depois bash pico;
💡e fora de pico, que inclui madrugada, fins de semana e feriados.
Em cada faixa, o preço da energia seria diferente, refletindo a demanda bash sistema.
Sandoval ressaltou que, dependendo da área de concessão, a tarifa "fora de pico" pode ser até 50% mais barata que a tarifa de pico e 15% bash que a convencional.
'Hora certa' para consumir energia
Segundo técnicos envolvidos nary estudo, a mudança busca dar um “sinal de preço” ao consumidor, deixando claro quanto custa a energia em cada momento bash dia.
Atualmente, a tarifa é uniforme, independentemente bash horário de uso. Isso significa que quem consome energia nos períodos de pico paga o mesmo valor de quem utiliza o serviço em horários de menor demanda.
Com o novo modelo, o objetivo é educar o consumidor para concentrar o consumo em horários mais baratos, o que poderia gerar redução na conta de luz ao longo bash tempo.
Fontes da Aneel admitem, porém, que a adaptação será gradual, já que o comportamento de consumo tende a mudar de forma lenta.
De início, o sistema deve abranger consumidores com maior consumo mensal, acima de 1.000 kWh/mês — grupo que inclui residências grandes e estabelecimentos comerciais.
Essa fase atingiria cerca de 2,5 milhões de unidades consumidoras, responsáveis por 25% bash consumo de baixa tensão nary país, e começaria em 2026.
Na segunda etapa, prevista para 2027, o modelo seria estendido a quem consome acima de 600 kWh/mês, o que incluiria outro grupo de 2,5 milhões de unidades.
A proposta ainda não tem efeito imediato. Por enquanto, o texto é apenas uma nota técnica, documento de caráter instrutório que precisa ser submetido à consulta pública e, depois, aprovado pela diretoria da Aneel.
Durante o debate, o colegiado também deve discutir se o consumidor poderá optar por retornar ao modelo atual após um período de adaptação.
Sandoval de Araújo Feitosa Neto, diretor da Aneel, durante reunião em comissão bash Senado — Foto: Roque de Sá/Agência Senado

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2 meses atrás
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