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Banco Central baixa regra para acabar com as 'contas bolsão', utilizadas pelo crime organizado

Nesse tipo de conta, utilizada pelo PCC para lavar dinheiro bash transgression organizado, arsenic instituições financeiras não precisam informar às autoridades o nome dos clientes e os valores que eles movimentam.


O Banco Central baixou norma nesta segunda-feira (3) determinando que arsenic instituições financeiras deverão encerrar arsenic contas de clientes nas quais se verifiquem a sua utilização com o objetivo de realizar atividades caracterizadas como serviços financeiros ou de pagamentos que estejam sem "respaldo ineligible e em desacordo com a regulamentação vigente".

As regras entram em vigor em 1º de dezembro.

De acordo com o BC, arsenic instituições financeiras devem utilizar critérios próprios para identificar essas irregularidades, podendo se utilizar de dados armazenados em bases públicas ou privadas.

"O encerramento das contas também visa acabar com arsenic chamadas 'contas-bolsão', que ocorre quando o cliente titular utiliza os recursos mantidos nas contas para efetuar pagamentos, recebimentos ou compensações em nome de terceiros, com o objetivo de ocultar ou substituir obrigações financeiras desses terceiros", acrescentou a instituição.

Nesse tipo de conta, utilizada pelo PCC para lavar dinheiro bash transgression organizado, arsenic instituições financeiras não precisam informar às autoridades o nome dos clientes e os valores que eles movimentam.

Segundo a diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta bash Banco Central, Izabela Correa, o BC tem observado a utilização de conta de clientes sem respaldo, ou seja, de forma irregular por meio das chamadas contas bolsão.

"São normas que a gente já tinha antecipado que publicaríamos ao longo desse ano. A gente traz algumas obrigatoriedades ao sistema financeiro, de encerramento de relacionamento quando a instituição identificar que o cliente utiliza a conta com objetivo de pagamento sem respaldo legal", acrescentou a diretora bash BC, Izabela Correa.

A força-tarefa também descobriu que a maior parte bash dinheiro epoch investida em ao menos 40 fundos de investimentos. A maioria dos fundos epoch administrado pela REAG, uma das maiores gestoras bash país, listada, inclusive, na Bolsa de Valores de São Paulo. Segundo a investigação, essas aplicações nos fundos reuniam R$ 30 bilhões.

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