Em um vídeo compartilhado pela equipe do programa, Caco abordou a viagem ao Oriente Médio, as dores que o levaram a usar bengala na reportagem, sua visão sobre a reportagem e até brincou com o fato de ter deixado a porta do táxi aberta na matéria.
Ao reagir a um dos comentários, que defendia sua postura, mesmo com a bengala, o jornalista afirmou que a limitação física não o impede de trabalhar.
E brincou: "Uma bengalada no etarismo".
Caco também destacou que, diante do sofrimento extremo em cenários de conflito, desconfortos pessoais se tornam menores.
A reportagem exibida pelo programa mostrou os impactos da guerra sobre a população civil, tema que o jornalista classificou como essencial de ser acompanhado de perto. Segundo ele, a experiência reforça o compromisso com o trabalho.
Outro comentário elogiava Caco dizendo que o repórter evidencia "que o jornalismo raiz permite mostrar algo muito além do óbvio".
Na resposta, Caco se mostrou humilde, mas expressou a sua admiração pela reportagem.
"Concordo totalmente com o que você tá dizendo. Claro, não os elogios a mim, que eu fico muito orgulhoso de receber, mas o elogio a esse gênero do jornalismo, que é a reportagem. É um privilégio o nosso trabalho em situações limite como essa. São coisas que marcam a nossa vida e acho também a vida de quem assiste. Eu acredito fortemente nisso", afirmou.
Caco ainda brincou com outra observação de um telespectador que apontou o fato de ele não ter fechado completamente a porta do táxi que estava em um trecho da reportagem.
"Eu tenho esse direito, eu fui taxista por 5 anos. É minha profissão", disse. "É para o cara ficar mais atento. E, depois, porta aberta facilita a entrada do outro passageiro."

Exclusivo: Caco Barcellos e Thiago Jock conseguem autorização para entrar no Irã
A equipe cruzou cerca de 300 quilômetros pela Turquia, entre montanhas cobertas de neve, até chegar à fronteira com o Irã. No posto de controle, ainda em território turco, as gravações foram interrompidas pelas autoridades.
Eles visitaram prédios atingidos por mísseis e chegaram a acompanhar o funeral de um general da Marinha iraniana morto em um ataque no Estreito de Ormuz.
Caco Barcellos — Foto: Reprodução

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4 semanas atrás
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