Autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes (STF) a prestar assistência religiosa a Jair Bolsonaro (PL), o bispo Robson Rodovalho diz que o ex-presidente tem de "fortalecer a mente" e entender que o momento que vive é passageiro.
"Ele tem de levantar os olhos para além deste momento. Tudo passa. Nelson Mandela ficou 27 anos preso", diz Rodovalho, que é o principal líder da igreja Sara Nossa Terra, em referência ao ícone da lua contra o apartheid sul-africano.
As visitas deverão ser semanais, mas ainda não há data para começarem. A autorização dada por Moraes ocorreu junto com a transferência de Bolsonaro para a unidade prisional conhecida como Papudinha, em Brasília.
Rodovalho diz que pretende pedir autorização a Moraes para entrar com violão na cela de Bolsonaro, para fazer uma ministração, celebração mais restrita que um culto.
A sugestão de que ele fosse designado para visitar Bolsonaro veio de sua relação com o ex-presidente e a ex-primeira dama, Michelle. "Já estive com ele várias vezes. Fizemos algumas orações. Eu gosto dele, é um amigo de décadas", afirma.
A prioridade neste momento, diz o bispo, é evitar que o estado depressivo de Bolsonaro afete sua condição de saúde de forma geral.
"Uma pessoa deprimida pode somatizar essa condição em outras enfermidades. A vida é mais do que momentos de crise ou euforia. Ele tem de se fortalecer, se equilibrar", afirma Rodovalho.

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