Coimbra explicou que o atraso no balanço tende a piorar a confiança do mercado, mas analisou que ainda não há insolvência do BRB. Em um caso extremo, de acordo com o especialista, o Banco Central tem instrumentos para agir, como a liquidação do banco.
O pior nesse caso é a questão da confiança mesmo. Com as informações públicas, não é uma situação de insolvência ainda. Se essa situação toda não se resolver com uma solução de mercado, o Banco Central pode lançar mão de uma liquidação.
Fábio Coimbra
Coimbra destacou que a situação do BRB depende de três planos: contábil, prudencial e institucional. Em suma, os três passos precisam ser seguidos para que haja a recuperação da confiança.
Primeiro, o plano contábil. Eu preciso saber com razoável segurança qual é a perda efetiva e qual é o valor recuperável dessas carteiras e dos ativos. Essa questão é importante justamente para qualquer opção de alternativa, de solução, alguma negociação.
Fábio Coimbra
Sobre o plano prudencial, ele detalhou que depois que a perda é contabilizada no balanço, o ponto passa a ser quanto do capital é consumido e se os "índices de Basileia", acompanhados pelo Banco Central, seguem dentro das regras.
Quando essa perda se refletir no balanço, o ponto não é simplesmente fechar o número. É saber quanto desse patrimônio, quanto do capital vai ser consumido e se os índices prudenciais, os índices de Basileia, vão continuar aderentes.
Fábio Coimbra

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