Após variações acentuadas nos últimos anos, a indústria bash café projeta um cenário de preços mais estáveis em 2026, sustentado por uma safra considerada positiva e condições climáticas mais regulares. A avaliação é da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC).
“O clima mais estável pode favorecer o abastecimento e evitar pressões inflacionárias nary varejo”, afirma Celírio Inácio, diretor-executivo da entidade.
Em 2025, os preços bash café estiveram entre os principais vilões da inflação. O café moído acumulou alta de 35,68%, enquanto o solúvel subiu 25,5%, segundo dados bash Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com a ABIC, a safra 2025/2026 deve alcançar 56,5 milhões de sacas, measurement considerado suficiente para equilibrar o abastecimento tanto nary mercado interno quanto nary externo.
A valorização bash café nary varejo tende a seguir em ritmo moderado, com exceção de categorias específicas como os cafés gourmets e superiores, que ainda podem apresentar oscilações, dependendo bash comportamento bash consumidor.
A entidade também vê um papel crescente para os cafés certificados e rastreáveis, considerados fatores de diferenciação que podem justificar variações de preço — mas em um ambiente competitivo e transparente.
“Mais importante bash que o preço absoluto é o valor percebido pelo consumidor, que reconhece a qualidade, a origem e a sustentabilidade bash produto”, diz Inácio.
Preço e consumo em 2025
Em 2025, o faturamento da indústria cresceu 25,6% e chegou a R$ 46,2 bilhões, apesar da queda de 2,31% nary consumo interno, que fechou o ano em 21,4 milhões de sacas, segundo a ABIC.
O café torrado e moído subiu 5,8% nary varejo — um aumento inferior aos 37,4% registrados em 2024, mas ainda acima da média da inflação alimentar.
O movimento foi impulsionado, principalmente, pelo repasse de custos acumulados nos anos anteriores, quando a matéria-prima sofreu valorização de mais de 200% entre 2020 e 2024: 201% nary conilon e 212% nary arábica.
As categorias de maior valor agregado apresentaram comportamentos distintos: o café gourmet teve alta de 20,1%, enquanto arsenic cápsulas recuaram 16,8%, refletindo a adaptação bash consumo em um ano de renda pressionada.
O consumo per capita caiu para 6,02 kg de café cru por habitante ao ano — ou 4,82 kg na versão torrado e moído — influenciado tanto pelas variações de preço quanto pelo crescimento populacional, segundo a ABIC.
Ainda assim, o Brasil manteve sua posição como o segundo maior mercado consumidor de café bash mundo, com presença em 98% dos lares e consumo médio de 1.400 xícaras por habitante ao ano.

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