A pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL) quer usar o caso de um ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes (STF), acusado de vazamento de informações, como precedente para pedir apuração e punição aos responsáveis pela divulgação das mensagens entre o senador e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Eduardo Tagliaferro trabalhava no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foi acusado por Moraes de ter vazado mensagens indicando que o ministro agiu fora dos trâmites normais para pedir informações que embasaram o inquérito das fake news.
Ele acabou demitido, tornou-se réu sob acusação de ter divulgado o material sem autorização e fugiu para a Itália, onde é alvo de um pedido de extradição.
Segundo fontes ligadas a Flávio, isso demonstra que o Judiciário já atuou de forma dura com relação a vazamentos e deveria fazer isso novamente.
A divulgação das mensagens gerou uma crise na campanha do senador, e há receio de aliados dele sobre novos diálogos que possam ser revelados.
A suspeita é que o conteúdo estivesse em um dos celulares do banqueiro apreendidos, que estão sob custódia da Polícia Federal. O caso tem relatoria do ministro André Mendonça, do STF.
Nesta quinta-feira (14), o senador Rogerio Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, reuniu-se com Mendonça e pediu apuração sobre o vazamento.

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