O anfitrião falou primeiro e chamou a visita de Trump a Pequim de "histórica". Contou que ele e o norte-americano tiveram uma "troca de opiniões profundas" antes do jantar e que ambos acreditam que a relação bilateral entre os dois países é a mais importante do mundo.
Depois da fala de Xi, foi a vez de Trump seguir o discurso conciliador. Chamou o chinês de "amigo" e anunciou que o convidou para uma visita oficial aos EUA no dia 24 de setembro.
Presidente da China, Xi Jinping (à esquerda), e presidente dos EUA, Donald Trump, apertam as mãos após seus discursos em banquete de Estado no Grande Salão do Povo, em Pequim, na China, em 14 de maio de 2026. — Foto: REUTERS/Evan Vucci
Casa Branca definiu reunião de Trump e Xi como "boa"

Trump se encontra com Xi Jinping em Pequim
O fato de não haver qualquer referência a Taiwan no comunicado oficial dos EUA é notório porque Washington e Pequim travam uma disputa silenciosa e de palavras no âmbito diplomático sobre a ilha asiática. Nessa disputa, os termos utilizados e a menção ou não da questão em documentos oficiais pode ter uma repercussão futura em ações de ambos os países.
Taiwan é uma ilha no mar da China a cerca de 180 km do território chinês e tem um governo próprio. No entanto, Pequim quer anexar a ilha a seu país e pressiona países do mundo a não reconhecê-la como uma nação independente. Por conta disso, Taiwan é uma das questões mais sensíveis para o governo Xi.
Trump ao lado de Xi Jinping na China, em 13 de maio de 2026 — Foto: BRENDAN SMIALOWSKI/AFP
O comunicado da Casa Branca disse também que Trump e Xi concordaram que o Irã nunca pode ter uma arma nuclear e que o Estreito de Ormuz —canal que liga o Golfo Pérsico ao resto do mundo, fechado pelo Irã desde o final de fevereiro por conta da guerra— "precisa continuar aberto". A China é um dos principais aliados do regime iraniano.
Ainda segundo a Casa Branca, Trump e Xi discutiram caminhos para aumentar a cooperação econômica entre os dois países e reduzir a entrada nos EUA de matéria-prima precursora para produção do fentanil.
A reunião entre os dois líderes começou por volta das 23h, no horário de Brasília, de quarta-feira —final da manhã no horário local de Pequim. O encontro deixou as delegações dos dois países frente a frente e durou cerca de 2 horas e 15 minutos, segundo a Casa Branca.
Segundo o líder chinês, Xi disse que os interesses comuns de ambos os países superam as diferenças e, por isso, é necessário se esforçar para superar o que ele chamou de "armadilha de Tucídides" e forjar um novo modelo de parceria entre as duas maiores potências do mundo.

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