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Com abertura de Hormuz e petróleo a US$ 86, dólar cai a R$ 4,96; Bolsa cede

Preço do petróleo cai abaixo de US$ 90. O contrato futuro para junho do barril do tipo Brent, que já vinha recuando ante o fechamento de ontem, acelerou a tendência após circular a informação sobre a reabertura de Hormuz. Por volta das 11h30, recuava a US$ 86,32, baixa de 13,2%.Esse recuo expressivo da cotação reflete, principalmente, a retirada dos prêmios de risco de oferta no mercado. A decisão por parte do regime iraniano eleva expectativas de normalização dos fluxos de petróleo e derivados provenientes do Golfo Pérsico para o restante do mundo. Ainda assim, em um primeiro momento, é natural observar cautela por parte das companhias marítimas na alocação de seus ativos na região, especialmente no trânsito pelo Estreito de Hormuz. Bruno Cordeiro, especialista em inteligência de mercado da Stonex

Bolsa brasileira oscila em leve baixa. Após abertura positiva, quando chegoua subir quase 1%, o Ibovespa, principal índice de ações na B3, perdeu tração, puxado po ações de petroleiras. Às 11h30 recuava 0,30%, indo a 196.219 pontos, após cair 0,46% ontem.

Ações da Petrobras pesam na Bolsa brasileira. As ações ON (ordinárias, com direito a voto) e PN (preferenciais a dividendos) são negociadas com forte queda hoje, aompanhando a baixa intensa da cotação do petróleo no exterior. Mercado repercute ainda anúncio da petroleira que informou pagamento de R$ 8,1 bilhões em dividendos, elevando o montante total distribuído aos acionistas no ano a R$ 45,2 bilhões.

Principais índices de Wall Street em alta nesta sexta-feira. O desempenho das Bolsas americanas repercute o anúncio feito pelo Irã, de que o Estreito de Ormuz está aberto o Estreito de Hormuz. Por volta das 11h, na Bolsa de Nova York, o índice Dow Jones Industrial Average subia 1,7% e o S&P 500 avançava 1,1%, enquanto na Bolsa Eletrônica, o Nasdaq Composite tinha variação de 1,3%.

Guerra com Irã ameaça inflação global, mas governo vê Brasil protegido. Em cenário apresentado ao FMI (Fundo Monetário Internacional) ao longo de reuniões em Washington, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o Brasil a economia brasileira encontra-se em posição robusta para lidar com os efeitos significativos do choque global nos preços de energia.

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