Lucas Sanches (PL) venceu as eleições municipais para prefeito de Guarulhos, na Grande São Paulo, neste domingo (27), em sua primeira tentativa concorrendo ao cargo, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Ele disputou o comando da prefeitura com Elói Pietá (Solidariedade), ex-PT e antigo prefeito por duas vezes no município. O vice na chapa de Sanches é Thiago Surfista (Novo).
Com 100% das seções apuradas, Sanches obteve 58,55% dos votos válidos. Pietá ficou com 41,45%.
Ele já tinha ficado à frente no primeiro turno, quando angariou 33,25% dos votos, contra 29,81% de Pietá.
O Datafolha havia projetado a vitória às 18h22, quando 37% das urnas estavam apuradas. Para projetar a vitória de um candidato, o Datafolha acompanha a apuração divulgada pelo TSE e, por meio de um sistema próprio, calcula o resultado considerando o peso que cada zona eleitoral tem em relação ao total de eleitores da cidade.
Sanches, 28, é vereador na cidade desde 2020 e recebeu o apoio do governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apenas na reta final da campanha.
No primeiro turno, Bolsonaro e Tarcísio, assim como o atual prefeito da cidade, Guti (PSD), apoiaram o candidato Jorge Wilson (Republicanos). A aliança não surtiu efeito, e Wilson ficou em terceiro lugar, com 20,12% dos votos.
A demora para o apoio de Bolsonaro se justificava, segundo Sanches, pela incompatibilidade de agendas. "Ele está em Brasília e a gente está em Guarulhos. A gente precisa ver muito a questão das agendas."
Em entrevista à Folha, há dez dias do segundo turno, Sanches não se definiu como bolsonarista ou conservador, mesmo estando no partido cujo representante mais conhecido é o ex-presidente. "Sou de direita. Temos lutas em comum contra o PT."
Ao longo da campanha, pesou contra ele uma acusação de violência política por parte de dois ex-funcionários que trabalhavam em seu gabinete. O caso é investigado pela polícia. O prefeito eleito disse ser "contra qualquer tipo de violência" e que é "alvo de mentiras e distorções".
Pietá, seu oponente na disputa, comparou Sanches ao coach e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal. "Ele é uma espécie de Pablito Marçal. Ele é de extrema-direita, uma pessoa com métodos de fake news e de tudo aquilo que se faz nas mídias sociais sem qualquer amor à verdade."
Em sabatina realizada pela Folha/UOL em agosto, Sanches falou que não teria problema em trabalhar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Ninguém faz nada sozinho. As pessoas têm prioridades, quem está na ponta não quer saber de ideologia, então a gente precisa dialogar com quem for."
Entre as propostas do plano de governo do novo prefeito estão a abertura de escolas aos finais de semana para a prática de atividades educacionais e esportivas e a tarifa zero nos ônibus municipais aos domingos.

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1 ano atrás
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