Como bilionários se preparam para o fim do mundo
Há 15 minutos
Parece coisa de ficção científica, mas alguns bilionários do mundo da tecnologia estão comprando terrenos em lugares como o Havaí e a Nova Zelândia para construir bunkers subterrâneos e complexos de alta segurança.
Segundo uma reportagem da revista Wired, o dono da Meta, Mark Zuckerberg, estaria gastando até 270 milhões de dólares em uma fortificação com suprimento próprio de energia e de comida em um terreno equivalente a uns 800 campos de futebol na ilha havaiana de Kauai.
O objetivo de Zuckerberg, de acordo com a revista, é manter um abrigo seguro contra um "evento catastrófico no planeta".
Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn, também afirma que esse tipo de empreendimento é um "seguro contra o apocalipse".
Mas o que eles tanto temem? Guerras? Pandemias? Crise climática?
Existe uma suposta ameaça ligada diretamente à tecnologia, setor que fez a fama e a fortuna de muitos desses megarricos.
O perigo seria o surgimento de uma inteligência artificial que se torne tão poderosa que decida eliminar a humanidade da face da Terra.
O escritor David A. Price publicou um artigo no jornal Wall Street Journal em que descreve uma corrente no Vale do Silício como “apocalípticos contentes”: pessoas envolvidas com o desenvolvimento da inteligência artificial que veem uma certa naturalidade em o computador tomar o lugar do humano no mundo.
Price cita o fundador do Google Larry Page e o pesquisador Richard Sutton como exemplos de “apocalípticos contentes”.
Neste vídeo, o repórter Shin Suzuki explica como e porque esses bilionários se preparam para o fim do mundo.

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