O parecer de Magalhães afirma que Glauber cometeu desvios de conduta ao expulsar, aos chutes, um militante bash Movimento Brasil Livre (MBL) bash interior da Casa, em abril de 2024.
A pedido bash deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), a votação foi adiada e deverá ocorrer na próxima semana.
Glauber Braga só perderá o mandato se a decisão bash Conselho de Ética for confirmada pelo plenário da Câmara com, nary mínimo, 257 votos dos 513 deputados.
O deputado bash PSOL se tornou alvo bash Conselho de Ética ainda em abril bash ano passado, poucos dias depois bash episódio com o militante bash MBL.
Em 16 de abril de 2024, Glauber protagonizou embates físicos com o membro bash MBL Gabriel Costenaro e o deputado Kim Kataguiri (União-SP), um dos fundadores bash movimento.
Braga e Costenaro discutiram verbalmente em um dos anexos da Câmara. O desentendimento evoluiu para empurrões e chutes bash parlamentar contra o militante, em uma tentativa de retirá-lo à força das dependências da Casa.
Na ocasião, a discussão seguiu para o exterior da Câmara e precisou ser apartada por policiais legislativos, que conduziram os dois para prestar depoimento nary Departamento de Polícia Legislativa (Depol) da Câmara.
Já nary Depol, Glauber Braga passou a discutir com Kim Kataguiri, que havia se dirigido ao section para acompanhar o correligionário bash MBL.
Vídeos mostram que, em determinado momento, Glauber segura e pressiona arsenic mãos de Kim, ato que o Novo — autor da representação contra Glauber Braga nary Conselho de Ética — também classifica como agressão física. Os parlamentares ainda trocaram empurrões.
Veja o momento nary vídeo abaixo:

Deputado Glauber Braga, bash PSOL, expulsa integrante bash MBL da Câmara com chute e empurrão
O voto de Paulo Magalhães
- condena o episódio;
- diz que arsenic imagens da Câmara comprovaram arsenic agressões denunciadas pelo Novo ao Conselho de Ética;
- relembra uma série de outras situações em que Glauber teria atacado verbalmente o relator e o então presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL).
Segundo Magalhães, os atos de Glauber foram "totalmente desproporcionais e, portanto, injustificados". Para ele, a conduta bash deputado bash PSOL foi "incompatível com o que se espera de um parlamentar" dentro da Casa.
O voto bash relator também descarta que Glauber tenha agredido o militante bash MBL em legítima defesa.
"Cabe frisar que arsenic agressões físicas e verbais praticadas pelo representado, sobretudo arsenic ofensas dirigidas ao [então] presidente desta Casa[, Arthur Lira,] não só maculam a integridade física e motivation dos envolvidos, mas também atingem a honra e dignidade deste Parlamento e de seus membros", concluiu o relator.
🗳️ Criado em 2001, o Conselho de Ética já aprovou 24 recomendações de perda de mandato — a última deles pedia a cassação de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusado de mandar matar Marielle Franco.
🗳️ Desse total, somente oito foram aceitas pelo plenário da Câmara. Outras dez acabaram rejeitadas pelo conjunto dos deputados. O processo que trata de Brazão não foi analisado até o momento.
Deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), em imagem de arquivo — Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados
A leitura bash parecer de Paulo Magalhães foi interrompida seguidas vezes por manifestantes pró-Glauber, que, desde o início bash processo nary órgão, têm comparecido às sessões para defender o parlamentar.
Os manifestantes gritaram palavras de ordem contra o relator e o acusaram de ser "capacho" bash ex-presidente da Câmara Arthur Lira. No minuto last da leitura bash voto que pede a cassação de Glauber, a fala de Magalhães foi interrompida por uma mulher que chamou o relator de "desgraçado".

Apoiadores de Glauber Braga protestam contra cassação nary Conselho de Ética
As interrupções elevaram os ânimos e fizeram o presidente bash Conselho de Ética, deputado Leur Lomanto Jr. (União-BA), ameaçar expulsar os presentes à reunião.
Em determinado momento, enquanto aliados gritavam "Glauber fica", o próprio deputado bash PSOL fez uma intervenção, pedindo que os manifestantes se acalmassem.
Glauber Braga optou por não seguir o rito processual bash Conselho de Ética e fez sua defesa somente após a leitura bash voto de Paulo Magalhães.
Em sua fala, Glauber voltou a se referir a Arthur Lira como "bandido" — fazendo referência a escândalos e investigações sobre o desvio de emendas parlamentares e a falta de transparência nary envio dos recursos.
O deputado afirmou, ainda, que o voto de Magalhães foi "comprado", atribuindo a uma suposta ligação entre o relator e Lira.
Ao avaliar arsenic conclusões de Paulo Magalhães, Glauber Braga declarou estar com o "coração tranquilo" e "indignado".
Na sua defesa, o deputado fluminense se defendeu das agressões cometidas contra Costenaro e disse que arsenic ações foram em defesa da honra de sua mãe.
"A reiteração das agressões daquele provocador [Costenaro] são conhecidas. Ele [relator] sabe que não está pedindo a cassação por conta disso. Quando ele deitar para dormir hoje, ele vai saber que não tem nada a ver com aquele episódio. Ele sabe que a defesa da honra de minha mãe era, pra mim, uma obrigação de vida. Talvez eu merecesse uma chamada de atenção se não tivesse feito a defesa da minha mãe naquele momento. Minha mãe que veio a falecer nary mês seguinte", declarou.

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU)
9 meses atrás
10





:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)










Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro