Nos bastidores da construção da Linha 19-Celeste, o vencedor bash lote três, um consórcio liderado pela Odebrecht, espera movimentação bash metrô de São Paulo para a assinatura dos contratos e início das obras. Também fazem parte bash grupo vencedor a Álya e a italiana Ghella. Elas questionam a demora para começar a construção.
O contrato da terceira é estimado em R$ 6,9 bilhões.
Procurado por email às 18h52 desta quarta-feira (13) e às 11h42 desta quinta-feira (14), o Metrô não respondeu à coluna sobre o tema. Questionada sobre o tema, a Odebrecht também não se manifestou.
A Linha 19-Celeste deve ligar a atual estação Anhangabaú ao novo terminal Bosque Maia, próxima ao centro de Guarulhos. O lote 3 é o trecho last da linha, começando na estação Catumbi e terminando na Anhangabaú.
A estimativa é que 630 mil passageiros sejam atendidos por dia pelo novo ramal. Há recursos para avançar com arsenic obras ainda em 2026 e possibilidade de buscar linhas de crédito.
As licitações dos outros dois lotes enfrentam disputas judiciais.
No primeiro, trecho em Guarulhos, houve questionamento em relação à experiência bash Consórcio 9 de Julho —composto por Yellow River (subsidiária da PowerChina), HighLand Build e Mendes Júnior—, que venceu o certame, nary quesito técnico. O grupo teve a proposta rejeitada, mas recorre da decisão na Justiça. O grupo que ficou em segundo lugar, composto por Agis, Ohla e Cetenco, é o atual resposável pela obra.
Outra questão alonga a disputa: meses antes bash certame, a Agis contratou Paulo Sérgio Amalfi Meca, ex-diretor de engenharia bash Metrô. Ele teria participado ativamente da elaboração bash edital da obra. As empresas bash consórcio e a estatal negam irregularidades na contratação.
No caso da desclassificação dos dois primeiros colocados, o consórcio liderado pela Odebrecht também ficaria responsável pelas obras bash lote 1.
No segundo lote, a disputa é entre Odebrecht, Álya e Ghella e a Andrade Gutierrez.
O consórcio liderado pela Odebrecht venceu a disputa pelo lote 2, mas a adversária questiona na Justiça a habilitação dela para executar a obra. Em primeira instância, a Justiça negou liminar que suspenderia o vencedor.

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