A possível extinção da escala 6x1, ou seja, o modelo em que o trabalhador atua seis dias e descansa um, reacendeu o debate sobre os impactos da jornada de trabalho nas micro e pequenas empresas do Rio Grande do Sul. Para o presidente da Federação dos Contabilistas do Estado do Rio Grande do Sul (Fecontábil-RS), Luiz Roberto de Souza Ávila, a mudança exige cautela e análise técnica, especialmente em segmentos que dependem de funcionamento contínuo, como comércio, serviços e construção civil.
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