Neste ano, essa foi a terceira tentativa do regime norte-coreano de colocar em órbita um satélite espião.
A Coreia do Norte já havia notificado o Japão que planejava enviar um satélite entre quarta-feira e 1º de dezembro.
Horas antes da KCNA confirmar que esse lançamento deu certo, a Coreia do Sul e Japão já haviam afirmado que os norte-coreanos haviam tentado lançar um satélite.
O lançamento de terça-feira seria o primeiro desde que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, se encontrou com Vladimir Putin nas modernas instalações espaciais da Rússia em setembro para uma cúpula em que o presidente russo prometeu ajudar os norte-coreanos a construir satélites.
Autoridades sul-coreanas disseram que essa tentativa provavelmente incorporou assistência técnica de Moscou como parte de uma parceria crescente que fez com que a Coreia do Norte enviasse milhões de projéteis de artilharia para a Rússia. A Rússia e a Coreia do Norte negaram tais acordos de armas, mas prometem publicamente uma cooperação mais profunda.
Local onde houve o lançamento
Os militares da Coreia do Sul disseram que se acreditam que o foguete transportava um satélite de reconhecimento e foi lançado em direção ao sul a partir da área de Tongchang-ri, que abriga a principal instalação de lançamento de satélites norte-coreana Sohae.
O governo japonês emitiu um alerta de emergência para que os residentes do sul se protegessem da possível ameaça de um míssil norte-coreano.
Por meio de seu sistema de transmissão de emergência, o governo japonês disse aos moradores de Okinawa para se abrigarem dentro de edifícios ou no subsolo. Segundo a emissora pública NHK, uma fonte do Ministério da Defesa japonês disse que o míssil provavelmente seria um satélite.
Posteriormente, afirmou que o míssil parecia ter sobrevoado e passado por Okinawa em direção ao Oceano Pacífico por volta das 22h55 no horário local e suspendeu o aviso de emergência.
A mídia estatal norte-coreana KCNA informou na terça-feira que era "direito soberano" do país fortalecer seu poder militar contra o sistema de vigilância espacial liderado pelos Estados Unidos.
Em breves comentários aos repórteres ao chegar ao gabinete, o primeiro-ministro Fumio Kishida, do Japão, repetiu que o lançamento da Coreia do Norte era uma violação das resoluções do Conselho de Segurança da ONU e uma ameaça à segurança dos cidadãos japoneses.
"Apresentamos um protesto severo e condenamos a Coreia do Norte nos termos mais fortes", afirmou ele.
Mais cedo na terça-feira, Kishida disse que os sistemas de defesa de seu país, incluindo os destróieres Aegis e os mísseis de defesa aérea PAC-3, estavam prontos para qualquer "situação inesperada" que surgisse.
O Japão não tomou medidas para destruir o foguete, disse a Guarda Costeira, citando o Ministério da Defesa.
Não houve relatos imediatos de danos causados pelo lançamento, disse o secretário-chefe do gabinete do Japão, Hirokazu Matsuno, que chamou os frequentes lançamentos de mísseis da Coreia do Norte de ameaça à paz e à segurança.

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