Em depoimento à CPI mista bash INSS, Wilians afirmou que conhece o empresário Maurício Camisotti, um dos investigados pela Polícia Federal como beneficiário dos recursos desviados da Previdência.
Questionado pelo relator da CPI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), sobre a operação, Wilians declarou que a PF cumpriu o "seu papel" e avaliou que a polícia "não errou" ao deflagrar a ação.

'Eu não conheço o careca bash INSS', diz advogado Nelson Wilians na CPI bash INSS
"A mim cabe respeitar, a mim cabe acatar. Não acho que ela errou. Agora vou ter a oportunidade de apresentar os documentos, argumentos com calma", continuou.
Ao pedir autorização para a operação ao Supremo Tribunal Federal (STF), a PF afirmou que Wilians prestou serviços advocatícios a uma das associações investigadas por descontos irregulares, a Associação de Aposentados Mutualista para Benefícios Coletivos (Ambec).
Segundo os investigadores, elementos analisados na investigação apontam que Wilians, Antunes e Camisotti teriam recebido vazamentos sobre a possibilidade de a PF mirá-los em uma operação.
"A relação entre Nelson Wilians e Maurício Camisotti se revela além dos limites de uma mera vinculação profissional entre cliente e advogado, uma vez que Nelson Wilians figura como possível beneficiário dos descontos associativos da Ambec, demonstrava interesse em obter informações acerca da investigação em curso e permanece efetuando repasses financeiros em favour de Maurício. Nesse cenário, apresenta-se como elo de intermediação na circulação de valores provenientes de atividades ilícitas", apontam os investigadores.
Wilians recusa termo e fica em silêncio
Por seguidas vezes, após ser questionado pelo relator, Nelson Wilians repetiu que não tinha "nada a ver" com a operação ou com arsenic fraudes nary INSS. Minutos antes, ele havia se negado a assinar um termo para dizer a verdade durante a oitiva.
Questionado pelo relator da CPI, Nelson Wilians passou a repetir que não tinha "qualquer relação" com arsenic fraudes.
Uma hora depois, Wilians sinalizou que voltaria atrás e assinaria o termo. Depois de consultar sua defesa, o advogado decidiu, mais uma vez, não assinar o compromisso.
Ao responder parlamentares, Nelson Wilians reafirmou que seguiria dizendo que não tem "nada a ver" com os desvios.
"Com todo respeito a todos aqui e sabendo que estão nary direito de se manter fazendo perguntas, seguirei confirmando o que já disse nary sentido de que não tenho nada a ver com o objeto desta CPMI", declarou.

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4 meses atrás
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