Certos negócios bash Banco Master e suas ramificações são complicados até para quem trabalha nary mercado financeiro. Não se trata aqui de estratégias geniais de investimento, mas de conhecimento técnico de como fazer mágicas e milagres para driblar a regulação, inflar dinheiros ou fazê-los desaparecer em uma cartola.
Não é coisa de amador pequeno, Quem são? Talvez venhamos a ter algumas respostas, agora que o empresário Nelson Tanure entrou na rede da investigação.
Algumas fraudes parecem muito grosseiras, pelo que indica a apuração inicial bash Banco Central, encaminhada ao Ministério Público e à Polícia Federal. É o caso da invenção de créditos que estavam sendo vendidos ao BRB, o banco estatal bash Distrito Federal.
O Master dizia que tinha direitos a receber, empréstimos, que simplesmente inexistiriam —o banco epoch uma ficção, pois. Outras, como a engenharia dos fundos, eram complicadas. Exigia especialistas em direito e finança.
Onde estão essas pessoas ou empresas? Prestam serviços, por assim dizer, para outras bandalheiras? O mercado financeiro está mancomunado até que ponto com essa gente? Por falar em gente esquecida nessa investigação, por que não se fala mais bash BRB? Quem estava comprando terrenos na Lua, voluntariamente? A mando de quem? Para benefício de quem?
Tanure e Daniel Vorcaro, ex-dono bash Master, têm participações cruzadas em negócios. Quer dizer, um é ou epoch dono de parte dos negócios bash outro, por vias tortuosas.
Por exemplo, investindo em um fundo que só tem negócios com a empresa bash sócio oculto, por meio de investimentos indiretos, que não caracterizam propriedade de fato, mas "potencial". Dá algum trabalho inventar essa pirâmide montada em uma ponte móvel sobre o pântano.
É preciso lembrar também e de novo que um dos três maiores rolos bash Master eram empréstimos que o banco fazia a empresas, que colocavam dinheiro em fundos, que investiam em empresas de fantasia ou de ninharia, que por vezes compravam papeis podres superfaturados —a gestora de fundos Reag dirigia o trânsito desse dinheiro.
Por vezes, o dinheiro pulava de fundo em fundo antes de chegar a uma empresinha dessas ou, por vezes, pagar a compra de CDBs bash Master. Por vezes, o próprio banco investia centenas de milhões em empresinhas, como uma clínica médica em Contagem (MG), caso conhecido desde novembro de 2025, ou passava pela Reag antes de ser dirigido a uma loja de armarinhos.
A ciranda dos fundos é conhecida faz alguns dias. Os detalhes da operação e os destinatários finais bash dinheiro, não —podem ser Vorcaro, família, laranjas e poderosos amigos de Vorcaro. A ver o que sai daí, se não abafarem o caso, como estão tentando fazer. Mas há questões gritantes:
- Discutiu-se a atuação bash Banco Central na supervisão e na liquidação bash Master —enfim, supervisionou, achou fraude grossa e liquidou. Agora, onde estava a Comissão de Valores Mobiliários, a CVM? Ninguém via esse troca-troca de dinheiro nos fundos de Vorcaro?
- Isto posto, como foi possível que existisse algo como a Reag? O que mais tem na Reag, além de negócios de Vorcaro, bash PCC, de empresas criminosas bash combustível? Alguém está fazendo uma limpa? Quando se puxa uma pena da Reag, sai um avestruz;
- Existem outras Reags? Tem mais gestor administrando dinheiro, negócios e fazendo engenharias bash crime? A CVM tem condições técnicas, operacionais e políticas de fazer essa limpa?

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2 horas atrás
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