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CRIs ou LCIs: qual a melhor opção com a Selic em alta?

LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) têm taxas mais "conservadoras". Em contrapartida, elas são isentas de Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas e oferecem mais segurança, explica o CEO da Referência Capital, Pedro Ros. As LCIs também são protegidas pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que não ocorre com os CRIs.

Liquidez é ponto de atenção em ambos os investimentos. Para as LCIs, a liquidez (disponibilidade do dinheiro) é limitada, com prazo de carência entre 60 dias a 36 meses. Os CRIs possuem liquidez menor, sobretudo para quem compra faz compras diretas, diz Vasconcellos. Isso pode ser maior, porém, se a aquisição ocorrer via fundos imobiliários (FIIs).

O que observar na hora da compra?

Taxa de retorno é um bom começo. Hoje, há LCIs que pagam ao ano 85% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) — título emitido por instituições financeiras que servem de base para a rentabilidade de investimentos em renda fixa. Por outro lado, há CRIs com pagamento de IPCA, indicador que mede a inflação no Brasil, mais 6% ao ano ou prefixados por 12% ao ano. Nos últimos 12 meses até fevereiro, a inflação foi de 5,06%.

Perfil de risco e equilíbrio entre rentabilidade e segurança. Se a pessoa possui um perfil mais conservador, a dica é optar pela LCI, por conta da proteção pelo FGC. Além disso, a LCI possui rentabilidade mais estável e previsível, apesar de ser menor do que a de outros investimentos.

Imposto de renda da LCI segue outros investimentos de renda fixa. O pagamento de tributos varia entre 22,5% a 15%, dependendo do tempo que o dinheiro permanecer investido. É similar à cobrança dos títulos do Tesouro Direto, por exemplo. Veja:

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