Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) avaliam que o chefe da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, largou à frente na disputa pela indicação do presidente Lula (PT) para a vaga do tribunal aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.
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Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) avaliam que o chefe da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, largou à frente na disputa pela indicação do presidente Lula (PT) para a vaga do tribunal aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.
A avaliação se dá pela proximidade de Messias com o presidente. Nas duas escolhas anteriores de Lula para o Supremo no atual mandato, os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino, o petista priorizou a intimidade e a lealdade para a indicação - o primeiro foi seu advogado, e o segundo, seu ministro da Justiça.
A dúvida no Judiciário reside nos critérios que Lula vai usar para a sua terceira indicação para o Supremo desde sua volta à Presidência da República.
No cenário em que ele opta por um nome de sua confiança para o Supremo, Messias é tido como favorito.
Caso o presidente decida atender às preferências do mundo político, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) passa a ser o principal candidato para a vaga. Seu apoio é majoritário no Senado, e os ministros do STF Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes apoiam a indicação do congressista.
O projeto político de Lula para Pacheco era a candidatura do senador para o governo de Minas Gerais em 2026. O parlamentar, porém, não esconde o desejo de ser ministro do Supremo.
Pacheco construiu nos últimos anos relação de proximidade com boa parte dos integrantes do STF. Ele passou a frequentar a casa de ministros quando se tornou presidente do Senado, barrou pedidos de impeachment de ministros da corte e, mesmo tendo deixado o cargo, permanece com bom trânsito no Judiciário.
Bruno Dantas, ministro do TCU (Tribunal de Contas da União), também tem o nome citado entre os cotados para a vaga de Barroso. Ele tem bom trânsito no Senado e no STF e concorreu à bênção de Lula quando Dino saiu escolhido. Ele não está, no entanto, entre os favoritos.
Há ainda uma pressão para que Lula escolha uma mulher para o cargo. Barroso é um dos defensores da nomeação dessa ideia, com o argumento de que as mulheres perderam espaço no Supremo desde a aposentadoria de Rosa Weber. Atualmente, Cármen Lúcia é a única ministra da corte.
As chances de indicação de uma ministra pelo critério de representatividade de gênero, porém, são baixas. Aliados de Lula afirmam que ele já escolheu mulheres para cargos no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STM (Superior Tribunal Militar) nos últimos meses.
Folhapress

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