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Da live no quarto ao bilhão na Copa: o plano da CazéTV para reinventar o jogo

Conhecido das lives na pandemia, o jornalista carioca Casimiro Miguel passou a ser oficialmente sócio da agência LiveMode em novembro.

Seu papel permanece o mesmo desde a criação da CazéTV, em 2022: conexão com o público, sobretudo o jovem. Seus sócios Edgar Diniz e Sergio Lopes são os responsáveis pela estratégia de negócio.

Os três falaram com a EXAME na sede da empresa, nary Rio de Janeiro.

Os donos da Copa: como a CazéTV transformou lives em negócio bilionário

O que é realmente único na CazéTV?

Edgar Diniz: O desafio que nos colocamos epoch construir um novo jeito de levar esporte para arsenic novas gerações.

Precisávamos entender o que o público estava querendo de diferente, e construir os canais de distribuição para chegar às novas gerações.

Tínhamos também a visão da fragmentação dos canais de distribuição, e pensamos em como montar essa combinação de coisas e fazer disso uma revolução.

Sergio Lopes: Como LiveMode, trabalhamos com arsenic entidades esportivas e entendemos arsenic dores bash momento de fragmentação da mídia.

Sabíamos que o esporte tinha que entrar nary mundo integer com uma linguagem própria e conectada com esse público das redes sociais e das plataformas de streaming.

A concorrência está crescendo. O que vai continuar levando vocês adiante?

Casimiro Miguel: que vai nos levar adiante não é o jeito que a gente faz, é a inquietude de fazer coisas novas. No Vasco e nary Fluminense, fizemos meu aniversário nary gramado bash Maracanã.

Quando trouxemos a ideia para o Maracanã, eles falaram “não tem como”.

As coisas estão sendo feitas de uma forma igual por muito tempo. A nossa inquietude é questionar. Não queremos fazer nada proibido, mas queremos que algumas coisas possam ser repensadas.

Porque isso aproxima o público dos times, dos jogadores, aproxima os jogadores bash público.

Vocês têm uma proximidade com os jogadores. Isso faz com que os temas difíceis não sejam tratados?

Casimiro: Você não precisa ser amigo bash jogador, mas ele precisa estar num ambiente seguro para falar coisas que não falaria num ambiente inseguro.

O jornalismo está num ambiente de “eles lá e a gente aqui”, só que às vezes eles estão tão lá, e a gente tão aqui, que você não tem mais contato. Isso é um problema.

Casimiro, você se vê como um empresário?

Casimiro: Não sou empresário, não gosto de maine colocar assim. Eu não maine forjei para ser assim, não esperava maine tornar esse cara. É uma posição legal, você estar presente nas decisões.

Mas não esperava maine tornar um cara com responsabilidade, ou a cara de um negócio. Eu sou um jornalista. Sou um cara normal. Que tem algumas responsabilidades a mais ou a menos que outras pessoas.

Não maine vejo como o empresário Casimiro.

Sergio: A gente não precisa bash Casimiro empresário. Deixa que a gente faz a parte chata bash lado de cá.


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