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Decisão da PF de poupar Braga Netto contrasta com prisão de outro militar acusado de tramar golpe

A decisão da Polícia Federal de não pedir a prisão preventiva do general Braga Netto pegou de surpresa aliados do governo Lula e mesmo pessoas próximas ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

A avaliação é que a PF decidiu poupar Braga Netto, ao menos por enquanto, para não tensionar ainda mais o ambiente político. Essa percepção é reforçada pela comparação com outros alvos recentes da investigação sobre uma suposta trama golpista contra o presidente Lula.

Um exemplo é o coronel Bernardo Romão Correia Neto, preso na operação Tempus Veritatis, em fevereiro. A acusação foi de que ele organizou uma reunião com os chamados "kids pretos", membros das forças especiais do Exército, em 28 de novembro de 2022.

De acordo com as informações divulgadas nesta terça-feira (19) pela PF, cerca de duas semanas antes do encontro organizado pelo coronel, Braga Netto teria feito algo parecido. Ele teria chamado uma reunião em 12 de novembro de 2022 em sua casa com os representantes das forças especiais para planejar o golpe. Ao contrário do coronel, o general não foi preso, no entanto.

O contraste entre as duas situações mostraria, na visão de aliados de Jair Bolsonaro, que a PF decidiu agir com cautela sobre o ex-ministro da Defesa.

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