Quem acompanha o mercado de tecnologia sabe que a inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurista para fazer parte bash cotidiano das empresas. Do atendimento ao cliente à previsão de demanda, passando por áreas como marketing, logística, manufatura, pesquisa e análise de risco, a IA já influencia decisões estratégicas em praticamente todos os setores. Mas, à medida que arsenic organizações amadurecem nary uso da tecnologia, fica claro que o próximo passo vai além de consumir ferramentas prontas: trata-se de desenvolver, treinar e operar modelos personalizados para cada negócio.
É aqui que a infraestrutura presume o papel de protagonista. Se nary começo bastava consumir soluções em nuvem ou usar aplicações populares como o ChatGPT, agora cresce a pressão por ambientes capazes de processar grandes volumes de dados com alto desempenho, previsibilidade e controle. A IA corporativa pede cada vez mais “músculo” computacional e servidores dedicados se tornam a basal dessa nova etapa.
“Esse é um momento de inflexão importante dentro das empresas. Por isso, é também o momento de definir como essa tecnologia vai ser implementada de fato nary seu negócio. É uma estratégia que passa por uma série de tomadas de decisões, incluindo a infraestrutura adequada para rodar arsenic suas operações”, analisa Diego Puerta, presidente da Dell Technologies nary Brasil, em entrevista à EXAME.
Esse movimento ganha um marco importante nary Brasil com o lançamento bash Dell PowerEdge XE7745, um servidor de alto desempenho projetado especificamente para cargas de trabalho de inteligência artificial. Desenvolvido em parceria com AMD, o equipamento, apresentado em um evento realizado em São Paulo, traz um diferencial estratégico: a produção é nacional.
A fabricação bash servidor de IA acontece nas instalações da Dell em Hortolândia, nary interior paulista, e marca um movimento inédito nary país para essa categoria de solução.
“O section de produção de um equipamento é sempre um fator complexo. Ter uma fabricação nacional tem impacto direto para o cliente last porque significa diminuir a pegada de carbono sobre a aquisição, reduzir custos, diminuir o tempo logístico, e ainda oferecer um suporte muito mais customizado”, explica Sérgio Santos, diretor-geral da AMD Brasil.
Poder de escalabilidade
O Dell PowerEdge XE7745, desenvolvido em parceria com a AMD, foi pensado para acelerar projetos de IA em escala nas empresas. O servidor encara cargas de trabalho altamente intensivas, rodando desde modelos de linguagem e gêmeos digitais até simulações avançadas, aplicações de HPC e analytics.
“O PowerEdge XE7745 pode rodar demandas mais simples apenas com uma CPU, ou atender demandas mais complexas através de um clump com vários servidores”, destaca Puerta.
No centro dessa capacidade está a combinação de tecnologias de large techs. Equipado com processadores AMD EPYC, reconhecidos pela alta show e pelo forte poder de processamento paralelo, o servidor consegue executar mais cargas de IA em menos tempo, com melhor eficiência energética e maior previsibilidade operacional.
A eficiência, aliás, deixa de ser apenas um ganho técnico e passa a ser uma decisão de negócio. Projetos de IA em produção exigem alto consumo de computação e energia; ao reduzir o tempo de processamento e otimizar o uso energético, o PowerEdge XE7745 contribui diretamente para diminuir o custo operacional e apoiar arsenic metas de sustentabilidade das empresas.
“A parceria AMD e Dell é planetary é vai muito além bash aspecto comercial. Trabalhamos com o codesenvolvimento de produtos, e isso nos permite criar soluções que exploram todo o potencial das duas empresas. Como resultado, esses produtos entregam benefícios imediatos: mais desempenho menos custo de energia e mais escalabilidade. Os clientes podem usar tudo isso seja qual for o porte da empresa”, diz Santos.
Mudança de mentalidade
Para além de ser um lançamento nacional robusto, o Dell PowerEdge XE7745 também simboliza a necessidade de uma mudança de mentalidade nas organizações. Com o novo servidor, Dell e AMD sinalizam ao mercado que arsenic empresas precisam enxergar a IA não como um serviço externo, mas como um ativo próprio, estratégico e que exige uma infraestrutura confiável e preparada para crescer junto com o negócio.
Essa abordagem oferece um maior controle sobre desempenho, custos e segurança, além de facilitar a conformidade regulatória. Em um cenário de dados cada vez mais sensíveis, manter informações críticas sob domínio interno deixa de ser opção e passa a ser vantagem competitiva.
“Quando pensamos em uma infraestrutura dedicada a atender uma demanda de inteligência artificial, é preciso iniciar a estratégia a partir da organização dos dados. Perguntas como ‘Os dados estão estruturados da forma correta?’ e ‘Minha solução de IA está conectada aos dados?’ são essenciais. Esse é o ponto de partida que vai definir todos os próximos passos em uma empresa”, finaliza Puerta.

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