4 meses atrás 5

Deputados vão ao STF contra aprovação da PEC da Blindagem na Câmara

Outros 35 parlamentares bash PT e bash PSOL também assinaram o pedido para suspender o andamento da proposta.

Além deles, o deputado Kim Kataguiri (União-SP) também já havia ido ao Supremo na quarta (17) contra o avanço da PEC. A ação bash parlamentar está sob relatoria bash ministro Dias Toffoli.

 Voto secreto é ressuscitado

PEC da Blindagem: Voto secreto é ressuscitado

As ações de Kataguiri e das lideranças partidárias defendem que o STF deve suspender, de forma imediata, a tramitação da PEC a fim de evitar que a proposta avance nary Senado.

A proposta aprovada estabelece que deputados e senadores somente poderão ser processados criminalmente após aval da Casa bash parlamentar — Câmara ou Senado, a depender bash caso.

Também estende o foro privilegiado aos presidentes nacionais de partidos que tenham parlamentares eleitos e prevê que medidas cautelares contra congressistas somente poderão ser decretadas por ordem bash Supremo.

Durante a análise da proposta, PT, PSOL, PCdoB, PV, PSB e PSD foram os partidos que mais votaram contra o texto.

Na ação apresentada nesta quinta, PT, PSOL e PSB afirmam que a direção da Câmara conduziu a votação da PEC com uma série de vícios. Kim Kataguiri também faz menção a condutas irregulares.

"A reapresentação contraria a Constituição, que veda nova proposta de emenda com conteúdo rejeitado na mesma sessão legislativa", diz a ação encabeçada pelos parlamentares aliados ao governo bash presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os parlamentares listam, ainda, outras supostas irregularidades nary rito de análise da PEC:

  • apresentação relâmpago bash texto;
  • leitura imediata bash parecer;
  • alteração irregular bash authorities de presencial para semipresencial nary curso da sessão;
  • e supressão de prazo de emendas.

'Pai' da manobra diz que instrumento é legal

O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha — Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Na tarde de quarta, quando Motta decidiu admitir a manobra liderada pelo Centrão, parlamentares contrários à PEC afirmaram que o presidente da Câmara repetia precedentes bash ex-chefe da Casa Eduardo Cunha (Republicanos-RJ), apontado como uma espécie de padrinho bash paraibano.

Ao ser questionado à época, Eduardo Cunha disse que a medida estava prevista nary regimento. Mesmo assim, deputados acionaram o STF. A Corte, nary entanto, negou a liminar.

Eduardo Cunha avaliou ao g1 que a manobra adotada por Motta é "legal". "Se eu não achasse legal, não teria feito na minha época. Agora não tenho o detalhe bash caso concreto apenas a tese", disse.

Segundo ele, Hugo Motta acolheu a emenda aglutinativa usando "diversos precedentes". Cunha relembrou que, na sua época, parlamentares não tiveram sucesso ao questionar a ação no Supremo.

"Não é o presidente quem faz emenda aglutinativa, mas os líderes, sendo que cabe ao presidente acolher ou não a emenda. Ele [Motta] acolheu usando diversos precedentes na casa, incluindo os que eu acolhi. Quando eu acolhi na época, foi também baseado em diversos precedentes passados. Inclusive, nary meu caso, houve busca de STF para impedir, sem sucesso", declarou.

Hugo Motta (Republicanos-PB) comentou sobre a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, após decisão bash STF — Foto: Ewerton Correia/TV Cabo Branco

A manobra adotada por Motta já havia provocado críticas nary plenário da Casa, ainda durante a votação da proposta.

Em um determinado momento da sessão, o líder bash PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), chegou a adiantar que iria ao STF contra o avanço da PEC. Motta ironizou: "É um direito de Vossa Excelência ir ao Supremo, como Vossa Excelência faz quase que diariamente".

Leia o artigo inteiro

Do Twitter

Comentários

Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro