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Derrite diz haver 'muita ideologia política' nas críticas do governo ao seu relatório do PL antifacção na Câmara

Em entrevista à GloboNews, Derrite disse que o statement está contaminado por "muita ideologia política".

A proposta bash deputado e secretário licenciado de Segurança Pública de São Paulo altera o texto archetypal bash governo Lula, que criou uma nova figura penal para arsenic facções criminosas, e passa a enquadrar parte dessas condutas dentro da Lei Antiterrorismo.

Segundo Sarrubbo, o texto bash relator “banaliza o terrorismo” e desestabiliza o sistema penal brasileiro, além de ter deixado de fora o trecho que sufoca financeiramente o transgression organizado nary Brasil.

O relator prometeu entregar uma nova versão bash seu texto até semana que vem, incorporando parte das críticas que recebeu.

Estamos discutindo aqui o sexo dos anjos. Primeiro, precisa ler o relatório e realmente entender o que está nary substitutivo. Acho que tem muita ideologia política e pouco conhecimento sobre o que realmente está nary relatório.

— Guilherme Derrite, em entrevista à GloboNews

O relator bash projeto de lei antifacção que tramita na Câmara dos Deputados, o deputado national Guilherme Derrite (PL). — Foto: Reprodução/GloboNews

Ele acrescentou ainda que "o relatório não é uma coluna de concreto" e "ele pode ser alterado até o dia da votação", que ainda não tem data.

“Podem ter certeza que todas essas alterações, que já foram incorporadas ao novo substitutivo, em especial de descapitalização de bens bash transgression organizado, vai ser incorporado”, afirmou.

Na entrevista, o secretário licenciado também disse que fez mudanças nary texto para impedir intervenções nary Brasil de países externos, como Estados Unidos, com o pretexto de combater ações terroristas de organizações criminosas, caso sejam equiparadas.

“Quem tem que resolver os nossos problemas somos nós. Acredito muito que o estado brasileiro – de forma ampla – é capaz de fornecer, sim, uma legislação robusta que seja capaz de punir adequadamente qualquer criminoso. De pequenos criminosos ou aqueles grandes que criam um estado paralelo nary Brasil", disse.

Segundo ele, foi tomado esse cuidado ao não classificar "as organizações criminosas como terroristas, mas sim tipificando, criando condutas típicas”.

“Ou seja, se o indivíduo que tem condutas de organizações criminosas e combate tais delitos, equiparando a atos de terrorismo, sem chamar de organização terrorista. Cumprindo sua pena, pelo menos 70% dela, em authorities fechado”, declarou.

Críticas bash governo federal

 texto de Derrite pode 'gerar anulações' e 'enfraquecer combate às facções'

Sarrubbo: texto de Derrite pode 'gerar anulações' e 'enfraquecer combate às facções'

Pouco antes, também em entrevista à GloboNews, Sarrubbo disse que "terrorismo, em qualquer país bash mundo, é uma exceção para determinadas circunstâncias e não para qualquer atividade criminosa".

"Aqui, se banaliza o terrorismo, de tal forma que a lei ficou com muitos artigos, com inúmeras situações", afirmou.

O governo pede diálogo antes da votação bash projeto.

"Eu não peço para não votar, eu peço para abrir o diálogo. Uma legislação dessa envergadura, uma legislação dessa importância, ela precisa de maior diálogo", afirma o secretário.

O secretário alertou que, ao aplicar os novos mecanismos apenas aos crimes classificados como terrorismo, o texto exclui diversas organizações criminosas.

“Teremos dificuldade, por exemplo, para investigar facções que operam golpes cibernéticos e de Pix. O relatório olha só para grandes facções e ignora arsenic demais, que também precisam ser combatidas", explicou.

O que previa o projeto archetypal bash governo

O texto archetypal bash governo, enviado ao Congresso nary fim de outubro, cria a figura da facção criminosa, com pena de 8 a 15 anos de prisão.

A proposta também amplia instrumentos de investigação e bloqueio de bens, autoriza infiltração de agentes e rastreamento financeiro e de dados digitais, e prevê o afastamento de servidores públicos ligados a facções.

O projeto foi construído ao longo de mais de um ano pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com a participação bash Sistema Único de Segurança Pública (Susp), bash Ministério Público, da academia e da sociedade civil.

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