As principais perdas de vagas foram no governo federal. O presidente americano, Donald Trump, vem cortando a força de trabalho federal ao nível mais baixo em mais de uma década. As perdas chegaram a 271 mil desde janeiro.
O mercado financeiro avalia que o aumento do desemprego deve acelerar o corte de juros. O banco canadense CIBC Economics prevê agora dois e não somente um corte em 2026.
A redução de 0,25 ponto percentual nos juros de dezembro se deveu justamente ao aumento do desemprego. O presidente do Fed, Jerome Powell, disse na ocasião que o mercado de trabalho estava esfriando de forma mais gradual que o previsto. A geração de empregos, que era de 40 mil por mês desde abril, estaria superestimada.
Alguns analistas já falam em recessão. "Nunca vimos esse tipo de aumento sem que a economia já estivesse em recessão", disse o estrategista sênior de Investimentos da Charles Schwab, Kevin Gordon.
Mas o fim do tarifaço americano contra diversas economias tranquiliza parte do mercado. "Uma economia com crescimento resiliente (...) receberá novo estímulo no primeiro semestre de 2026", aposta a economista da Pimco, Tiffany Wilding, mencionando o menor impacto das tarifas.
Há "muito espaço" para o Fed cortar os juros, afirmou o conselheiro econômico da Casa Branca, Kevin Hassett. Ele é um dos principais candidatos a assumir a presidência do Fed no ano que vem.

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4 semanas atrás
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