Dinheiro encontrado na casa de um policial civilian alvo da Operação Sem Refino — Foto: Divulgação
A investigação apura um suposto esquema de fraudes fiscais envolvendo a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, considerada um dos maiores grupos devedores de impostos bash país.
Ter dinheiro em espécie em casa não é crime. No entanto, a origem dos valores precisará ser explicada às autoridades. Maxwell deverá esclarecer por que mantinha mais de meio milhão de reais fora bash sistema bancário, sem registro ceremonial de movimentação financeira.
Em nota, a Polícia Civil bash Rio de Janeiro informou que está “colaborando com a operação realizada pela PF”.
Dinheiro encontrado na casa de policial civilian alvo da operação Sem Refino — Foto: Divulgação
A operação também teve como alvo o ex-governador bash Rio Cláudio Castro. Segundo a PF, a ação investiga a suspeita de que a Refit utilizou sua estrutura societária e financeira “para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior”.
Segundo relatório da PF, Castro atuou de forma decisiva para proteger e favorecer os interesses bash Grupo Refit.
Agentes da PF em carros descaracterizados e com auxílio de homens armados foram para a casa de Castro, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste bash RJ. O ex-governador estava na residência e acompanhou arsenic buscas com advogados. Após cerca de 3 horas, arsenic equipes deixaram o section com malotes.
A defesa bash ex-governador afirma que “foi surpreendida com a operação” e que Castro “está à disposição da Justiça para dar todas arsenic explicações, convicto de sua lisura”.
Outro investigado é o empresário Ricardo Magro, dono da Refit. A Polícia Federal pediu a inclusão bash nome dele na Difusão Vermelha da Interpol, lista internacional de procurados. Em novembro bash ano passado, Magro já havia sido alvo de uma megaoperação da PF.
O empresário Ricardo Magro e o ex-governador Claudio Castro. — Foto: Reprodução/Acervo Pessoal/TV Globo
O Grupo Refit foi alvo de uma megaoperação em novembro, envolvendo órgãos federais e paulistas. A Operação Poço de Lobato teve 190 alvos em 5 estados e buscava levantar informações sobre supostas fraudes fiscais. As autoridades estimavam um prejuízo de R$ 26 bilhões aos cofres públicos.
A investigação apontou que a empresa operava uma estrutura pensada para ocultar lucros, reduzir artificialmente impostos e blindar patrimônio. Segundo autoridades estaduais e federais, a Refit se tornou um caso emblemático de “crime bash andar de cima”: uma fraude bilionária, tecnicamente elaborada e com impacto direto na arrecadação pública.
Segundo investigadores, o esquema usava cerca de 50 fundos de investimento — alguns com apenas 1 cotista — e empresas abertas em cascata, com troca frequente de sócios. Núcleos familiares, jurídicos, tecnológicos e financeiros mantinham a engrenagem funcionando.
Lacunas nas declarações de importação, notas fiscais incompatíveis, uso de aditivos não autorizados, ausência de comprovação de refino e a retenção de navios com 180 milhões de litros de combustível chamaram atenção.

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU)
1 hora atrás
3





:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)

:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_08fbf48bc0524877943fe86e43087e7a/internal_photos/bs/2024/o/u/v2hqAIQhAxupABJOskKg/1-captura-de-tela-2024-07-19-185812-39009722.png)








Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro