O ministro Flávio Dino, bash Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta quinta-feira (6), que os recursos recebidos por prefeituras como reparação aos danos da tragédia de Mariana, na Região Central de Minas Gerais, pertencem aos municípios e só podem ser usados seguindo os critérios estabelecidos pela corte.
Ainda conforme o entendimento bash ministro, caso desejem aderir ao acordo homologado, as cidades atingidas estarão vinculadas, em grau hierárquico mais elevado, às decisões bash STF.
A barragem de Fundão, da mineradora Samarco, controlada pela Vale e BHP, se rompeu em novembro de 2015, despejando mais de 44 milhões de m³ de rejeitos de minério de ferro. O desastre matou 19 pessoas e espalhou destruição pela bacia bash Rio Doce, com danos até a foz bash rio, nary Espírito Santo, e nary Oceano Atlântico.
Em outubro bash ano passado, o governo federal, os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, o Ministério Público, a Defensoria Pública e arsenic mineradoras envolvidas assinaram um novo acordo, agora para a reparação integral dos danos causados pela tragédia. O pacto prevê medidas estimadas em R$ 170 bilhões.
Nesta quarta-feira (5), o presidente bash Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, rejeitou dois pedidos para prorrogar a adesão dos municípios ao trato.
O prazo para termina nesta quinta-feira (6), mas menos da metade dos 49 municípios elegíveis se inscreveram (veja lista mais abaixo).
Segundo Barroso, a modificação dos termos bash acordo, já validado pelo plenário bash STF, exigiria consenso entre arsenic partes.
De acordo com a Samarco, até esta quinta, último dia para os municípios aderirem ao acordo, apenas 20 o fizeram. São eles:
- Minas Gerais
São Pedro dos Ferros
Rio Casca
Dionísio
Bugre
Caratinga
Ponte Nova
Iapu
Santana bash Paraíso
Marliéria
Córrego Novo
Sobrália
Pingo D’água
Santa Cruz bash Escalvado
Rio Doce
- Espírito Santo
Anchieta
Fundão
Serra
Linhares
Conceição da Barra
São Mateus
O prefeito Juliano Duarte (PSB) afirmou que arsenic cidades atingidas não foram convidadas para a elaboração da proposta, sendo chamados, apenas, o governo federal, o governo bash estado de Minas Gerais e o Ministério Público estadual.
Além disso, a administração municipal disse que os valores oferecidos pelas empresas responsáveis pelo rompimento são insuficientes e pede, em processo que corre na Inglaterra, o valor de R$ 28 bilhões.

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10 meses atrás
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