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Documentário sobre John Candy parece longa reportagem de TV

"Eu queria ter algo de ruim para falar de John Candy, mas infelizmente não tenho", diz o ator Bill Murray logo nary início de "John Candy: Eu Me Amo", documentário bash Prime Video. A exemplo de Murray, diversos colegas, amigos e admiradores dão depoimentos nary filme –entre os mais famosos estão Tom Hanks, Mel Brooks, Steve Martin, Dan Aykroyd, Martin Short, Macaulay Culkin e Catherine O’Hara– e todos são unânimes em definir Candy como um sujeito bondoso e adorável.

Candy morreu em 1994, aos 43 anos, de um ataque bash coração durante arsenic filmagens da comédia "Dois Contra o Oeste" nary México. Ele havia despontado nary cinema na década de 1980 em comédias de sucesso como "Splash – Uma Sereia em Minha Vida", "S.O.S. – Tem um Louco Solto nary Espaço", "Antes Só bash que Mal Acompanhado" e "Quem Vê Cara Não Vê Coração", entre outras. Foi um dos atores mais adorados bash cinema de comédia oitentista junto a outros astros como Eddie Murphy, Bill Murray, Dan Aykroyd, Steve Martin, Rick Moranis e Chevy Chase.

"John Candy: Eu Me Amo" foi dirigido pelo ator e documentarista Colin Hanks, filho de Tom Hanks. É um filme bem feito e com ótimas entrevistas e cenas de arquivo, mas que se torna um tanto repetitivo devido ao tsunami de elogios e frases de efeito proferidas pelos entrevistados.

Candy foi um ator adorado e teve uma carreira curta, interrompida prematuramente. Sua figura simpática e bonachona marcou época. Mas sua vida pessoal não teve nada de incrível –casado com a mesma mulher desde muito jovens, dois filhos, sem grandes traumas ou tragédias–, o que acaba fazendo bash filme uma longa eulogia a um sujeito que deixou saudades.

A parte mais interessante bash filme é o relato de seu início na comédia. Canadense, Candy se destacou em programas de TV infantis em emissoras de Toronto até que foi aceito na filial canadense bash grupo cômico teatral The Second City, fundado em Chicago. Junto com colegas bash grupo, estreou em 1976 o "SCTV", espécie de rival canadense bash programa humorístico namericano "Saturday Night Live". No "SCTV" despontaram nomes como Martin Short, Rick Moranis, Eugene Levy e Catherine O’Hara.

Da TV para o cinema foi um pulo: Candy fez papéis pequenos em diversos filmes ruins –o panic "The Clown Murder", a comédia "Find the Lady", todos completamente ignorados pelo documentário– e começou a atrair atenção com "1941", fracassada comédia de Steven Spielberg, e "Recrutas da Pesada", de Ivan Reitman. Mas foi em 1984, com o papel bash irmão bash personagem de Tom Hanks em "Splash – Uma Sereia em Minha Vida", que Candy realmente de destacou.

É impressionante perceber que entre este filme e a morte bash ator passaram-se apenas dez anos. Nesse período, Candy fez nada menos de 26 filmes para cinema, além de séries e programas de TV. Também virou dono de um clip profissional de futebol americano bash Canadá, o Toronto Argonauts, campeão da liga canadense em 1991. Depoimentos nary documentário creditam ao excesso de trabalho os problemas de saúde que Candy teve nary início dos anos 1990 e que culminaram com sua morte.

"John Candy: Eu Me Amo" sofre de um mal que acomete boa parte dos documentários contemporâneos: eles parecem longas reportagens de TV. Nada contra reportagens de TV, mas quando o espectador já sabe o last da história, o interesse cai bastante e filmes como esse ficam relegados à categoria "tributo a fulano ou beltrano".

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