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Dólar abre em alta, com petróleo, Banco Central e IPCA-15 no radar

Bolsas internacionais recuam. Na Ásia, os principais índices fecharam em baixa nesta quinta-feira, pressionados pelo petróleo. Na Europa, antes das 6h30, a Bolsa de Londres caía 0,98%, a de Paris recuava 0,82% e a de Frankfurt cedia 1,46%.
Mercado brasileiro repercute hoje relatório de política monetária do Banco Central.

Ibovespa fechou ontem no maior patamar desde 2 de março. O indicador subiu 1,60%, a 185.424 pontos, influenciado positivamente pela menor aversão a risco após queda do petróleo.

Mercados repercutem relatório de política monetária do Banco Central. No documento trimestral, o Banco Central diz que o conflito no Oriente Médio aumentou as incertezas econômicas em todo o mundo, o que exige maior cautela na condução dos juros.

Prévia de inflação de março influencia ajustes de posições nos mercados. O IPCA-15, prévia do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), inflação oficial do Brasil, subiu 0,44% em março, puxada por alimentos e bebidas, ante 0,84% em fevereiro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Apesar de acima de projeções de mercado, o IPCA-15 traz melhora em relação ao dado de março do ano anterior, mostrando que, até o dia 17, o processo de desinflação que estava em curso se mantinha. A grande interrogação diz respeito ao fato de que a publicação de hoje ainda não contempla a alta dos combustíveis que estamos observando fora das planilhas, nas ruas, em decorrência do conflito entre Estados Unidos e Irã. Sérgio Samuel dos Santos, economista e especialista em fundos e previdência do Sistema Ailos

Em 12 meses, variação do IPCA-15 ficou em 3,90%. Assim, a taxa foi menor que o avanço de 4,10% em 12 meses até fevereiro, seguindo abaixo do teto da meta perseguida pelo Banco Central, de 4,50%, mas acima do centro da meta, de 3% ao ano.

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