As próximas etapas da tramitação da PEC 6x1 na Câmara dos Deputados devem ser mais espinhosas que a aprovação simbólica na Comissão de Constituição e Justiça, onde foi analisada a admissibilidade do tema.
"Não vai funcionar no esquema 'the flash'. É um tema muito complexo, vai demandar tempo", diz o líder da oposição na Câmara, deputado Cabo Gilberto (PL-PB). O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), quer votar a PEC na comissão especial em maio, mas será preciso chegar a um consenso mínimo acerca do mérito entre as bancadas para alcançar 308 votos. Motta não colocará em votação se não tiver certeza que atingirá o número mágico. A pressão vem de todos os lados: empresários, setores, associações e sindicatos.
Ninguém se coloca contra o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de 44 para 40 horas. O debate deve se concentrar em dois pontos: regime de transição - pelo projeto do governo, entra em vigor imediatamente - e compensação. A oposição vai propor desoneração da folha de pagamento para os setores atingidos. O governo não quer nem ouvir falar no assunto. Já sobre um regras de transição, o PT admite que há discussão ainda incipiente na bancada.

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