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Dólar abre em baixa, a R$ 5,10, mas com petróleo em alta e guerra no radar

Cotação dos contratos de petróleo volta a subir nesta quinta-feira, após fechamento do Estreito de Hormuz. A cotação do contrato futuro com vencimento em junho do barril do tipo Brent, referência da commodity no mercado global, sobe 3,2% a US$ 97,72, por volta das 9h (horário de Brasília) após recuar mais de 13% ontem.

O mercado refletiu ontem o que poderia ser uma fotografia de um dia mais calmo, um cenário em que os investidores passam a acreditar no fim da guerra e na retomada da precificação dos ativos aos níveis anteriores ao início da crise. Nesta manhã, entretanto, nota-se uma retomada da tensão, com possíveis quebras de acordo envolvendo Irã e Israel, deixando o mercado novamente mais cauteloso. Economista e banker na StoneX

Bolsas da Ásia fecharam em baixa. Investidores na Ásia reagem negativamente à à alta do petróleo e ao ceticismo em relação ao frágil cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. Liderando o movimento, o índice sul-coreano Kospi caiu 1,61% em Seul, o Nikkei recuou 0,73% em Tóquio, enquanto o Hang Seng teve queda de 0,54% em Hong Kong, e o Xangai Composto registrou perda de 0,72%.

Na Europa, viés também é negativo. Às 9h (de Brasília), o FTSE 100, da Bolsa de Londres caía 0,24%, o CAC 40, de Paris recuava 0,71% e o DAX, de Frankfurt cedia 1,14%.

Bolsa brasileira bateu recorde ontem. O ambiente negativo para as Bolsas internacionais pega o mercado brasileiro em momento positivo. O Ibovespa, principal índice de ações na Bolsa do Brasil B3, subiu 2,1% ontem e atingiu 192.201 pontos, maior patamar do indicador.

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