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Dólar cai 1% a R$ 5,09 com trégua entre Irã e EUA e queda do Petróleo

Petróleo tem forte baixa no mercado internacional. O contrato para junho do barril do petróleo do tipo Brent, referência da commodity no mercado global, é negociado às 9h em baixa de 16%, a US$ 91,75, menor patamar desde 11 de março último, segundo a Bolsa ICE Internacional Exchange. Já o barril do petróleo WTI, referência no mercado norte-americano, recuava 17,7%, a US$ 93,93.

O cessar-fogo traz reprecificação de ativos com a redução das tensões geopolíticas, embora o cenário siga desafiador. Lembrando que o petróleo girava entre US$ 65 e US$ 70 antes da guerra, mas chegou a atingir US$ 120. Agora, mesmo com o alívio, recuou para cerca de US$ 90, sendo que, antes, muitos analistas projetavam preços próximos a US$ 50 para este ano. Álvaro Maia, banker da Stonex

Bolsas da Ásia fecham com fortes variações positivas. Liderando o movimento, o índice sul-coreano Kospi avançou 6,87%, o Nikkei subiu 5,39% em Tóquio, o Taiex teve ganho de 4,61% em Taiwan, enquanto o Hang Seng avançou 3,09% em Hong Kong.

Na Europa, índices acionários também sobem. Por volta das 9h (horário de Brasília), O FTSE 100, da Bolsa de Londres, subia 3,1%, o CAC 40, de Paris, avançava 4,8%, e o DAX de Frankfurt ganhava 5,2%. Futuros de Nova York apontam alta. Antes da abertura das Bolsas de Nova York e da Nasdaq, os contratos futuros do Dow Jones subia 2,7%, do S&P 500 avançava 2,8% e do Nasdaq ganhava 3,5%.

Banco Central dos Estados Unidos também está no radar do mercado. O Fed (Federal Reserve) divulga hoje à tarde, às 15h (horário de Brasília) a Ata da reunião do comitê de política monetária, realizada nos dias 17 e 18 de março, ">quando o órgão manteve estável a taxa básica de juros da economia americana. O documento deve trazer informações que ajudem agentes econômicos a projetarem os próximos passos do Banco Central dos Estados Unidos.

Bolsa brasileira busca sétima alta seguida. O Ibovespa, principal índice de ações do Brasil, mostrou resiliência nos últimos pregões em meio à forte volatilidade das Bolsas no exterior. Ontem, fechou 188.258 pontos, maior patamar desde 2 de março.

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