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Dólar cai a R$ 5,01, e Bolsa bate novo recorde com petróleo estável

Os três principais vetores influindo na cotação no momento são basicamente taxa de juros real super elevada no Brasil, entrada de fluxo estrangeiro e uma tese de que o dólar global está ficando um pouco mais fraco, talvez por conta de todos esses conflitos geopolíticos.
Nicolas Gomes, da Manchester Investimentos

O Brasil, comparativamente a outros emergentes, está se saindo relativamente bem no cenário da guerra, em relação a países da Ásia, por exemplo, até por ser produtor de petróleo. E, finalmente, outro fator que explica a queda do dólar ante o real é nossa taxa de juros, muito atrativa, que segue atraindo capital estrangeiro com parte de alocação para se beneficiar de um rendimento elevado aqui. William Castro Alves, da Avenue

Já o Ibovespa se aproxima dos 200 mil pontos. O principal índice de ações da Bolsa brasileira bateu novo recorde de pontuação ao subir 1,12% e fechar aos 197.323 pontos.

Fluxo de recursos externos alimenta alta da Bolsa. A mesma entrada de capital que ajuda a derrubar o dólar ante o real no mercado de câmbio tem apoiado a onda de compra de ações na Bolsa, dizem analistas. Os investimentos em carteira no mercado doméstico registraram em fevereiro de 2026 ingressos líquidos de US$ 29,3 bilhões no acumulado em 12 meses, segundo dados do Banco Central.

Essa movimentação está muito ancorada nos fundamentos da taxa de juros ainda elevada no Brasil. Mesmo com o último corte de juros pelo Banco Central, o rendimento proporcionado pelos juros segue atraindo recursos de investidores financeiros.
Lucca Bezzon, da Stonex

Cotação do petróleo cai. O contrato futuro do barril do tipo Brent com vencimento para junho terminou o dia negociado a US$ 95,20, recuo de 0,75% ante a véspera. O petróleo tipo WTI para maio fechou em queda de 1,33%, a US$ 96,57 o barril.

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