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Dólar sobe e Bolsa cai, com petróleo a US$ 110 e ultimato de Trump no radar

Irã desafia Estados Unidos. Autoridades da República Islâmica também disseram ter capacidade de prolongar o conflito na região por pelo menos mais seis meses.

Uma eventual ofensiva de grandes proporções pelos Estados Unidos deve resultar em altas ainda mais expressivas dos preços do petróleo, com o mercado antecipando um aumento dos problemas produtivos e logísticos causados por uma nova escalada da guerra. Bruno Cordeiro, especialista de inteligência de mercado da Stonex

Petróleo registra alta, perto de US$ 110 o barril do Brent. O contrato futuro com vencimento em junho do petróleo de referência no mundo exceto Estados Unidos era negociado às 10h a US$ 110,39, variação de 0,6% ante o fechamento de ontem. Já o barril do petróleo WTI, referência no mercado norte-americano, sobe com mais força, avançando 2,2%, a US$ 114,92, maior patamar desde maio de 2022.

Bolsas asiáticas fecharam em alta leve. Em sessões marcadas pela cautela nos negócios antes do prazo estabelecido pelo presidente Donald Trump, o índice Taiex subiu 2,02% em Taiwan, o sul-coreano Kospi avançou 0,82% em Seul, e o Nikkei teve ganho apenas marginal de 0,03%.

Na Europa, Bolsas operam sem viés firme. Os índices acionários europeus registram volatilidade nesta manhã, impulsionadas por ações de mídia e do setor bancário, de um lado, mas cautela pela guerra de outro. Às 10h (de Brasília), o FTSE 100, da Bolsa de Londres cedia 0,34%, o CAC 40, de Paris, avançava 0,07%, e o DAX de Frankfurt recuava 0,43%.

Mercado brasileiro repercute medidas do governo para conter reajustes de preços provocados pelo petróleo mais caro. As ações incluem novos subsídios para o diesel importado e produzido localmente, isenção tributária para o QAV (Querosene de aviação), além de linhas de crédito e adiamento de pagamentos de taxas para o setor aéreo.

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