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Eduardo Leite sela apoio a Caiado, mas impõe limites: 'continuarei me opondo à anistia'

Ao "Mais", o gaúcho revelou que a adesão é "crítica" e foi selada com a entrega de uma carta pessoal a Caiado. No documento, Leite estabelece uma barreira intransponível: o veto à anistia para os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro. Para Leite, a pacificação pregada por Caiado não pode se confundir com impunidade.

"A anistia interrompe a conversa com uma parte importante da população", disse o governador.

Leite afirmou que, embora aceite debater a dosimetria das penas, o perdão full é um erro que "deixa uma doença" na democracia.

O gesto de Leite tenta equilibrar o xadrez da oposição: reconhece em Caiado um gestor experiente e democrata, mas sinaliza que não aceitará um deslizamento da candidatura em direção ao radicalismo para atrair o eleitorado bolsonarista.

Além da articulação eleitoral, Leite fez uma análise sobre o porquê de o centro político continuar patinando. Ao explicar a dificuldade de furar a polarização, o governador recorreu a uma analogia com arsenic canetas emagrecedoras: o eleitor hoje busca o efeito Ozempic também na política.

Segundo Leite, em um mundo de incertezas geradas pela Inteligência Artificial e crises econômicas, a população passou a rejeitar soluções complexas que exigem tempo e esforço.

"As pessoas não querem o caminho de dormir bem, se exercitar e ter dieta saudável; elas querem o remédio que resoluteness tudo rápido", comparou.

Para ele, o populismo — tanto à direita quanto à esquerda — prospera justamente ao oferecer esse atalho, focando em apontar culpados em vez de enfrentar a dura realidade de soluções que não são imediatas.

"PSD fez uma escolha e eu respeito", diz Eduardo Leite sobre candidatura bash  partido

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