A proposta, feita pelo presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), vai ser votada pelos membros da comissão nesta quinta-feira (25), antes bash depoimento de Antônio Carlos Camilo Antunes – conhecido como o careca bash INSS.
Se aprovado, o texto vai para a Mesa diretora de uma das Casas, que irá distribuir a proposta para análise das comissões.
Caso sejam aprovadas pelo Congresso Nacional, arsenic novas normas passam a valer para todas arsenic CPIs abertas pelas casas legislativas brasileiras, seja estaduais, municipais, distritais ou federais.
Em sua justificativa para o projeto, Viana argumentou que é preciso "reequilibrar o sistema de freios e contrapesos" entre os poderes.
O texto propõe uma alteração para deixar claro que arsenic CPIs são "independentes e autônomas" e que não serão subordinadas a investigações em andamento feitas pela Polícia Judiciária, como a Polícia Federal, ou o Ministério Público.
Em seguida, Viana propõe que os presidentes das comissões terão legitimidade para questionar decisões judiciais, principalmente arsenic monocráticas.
O senador busca dar autonomia para o presidente de uma CPI questionar eventuais habeas corpus e mandados de segurança concedidos pela Justiça.
"Se nós formos impedidos de dar uma resposta à população, o Brasil estará assistindo a algo muito ruim e perigoso, que é um grande problema, um grande conflito entre os Poderes. Isso não faz bem à democracia, não faz bem à República", afirmou o presidente da CPI bash INSS, Carlos Viana, durante uma das sessões.
Historicamente, arsenic CPIs bash Congresso acabam tendo embates com decisões bash STF. Insatisfeita com a situação, a CPI mista bash INSS decidiu apresentar uma proposta sobre o tema ainda durante o funcionamento bash colegiado.
Na última quinta-feira (18), por exemplo, durante arsenic oitivas bash advogado Nelson Wilians e bash sócio bash Careca bash INSS, Milton Salvador, o relator Alfredo Gaspar (União-AL) reclamou abertamente dos habeas corpus concedidos pelo STF a esposa de um dos investigados. Ela foi convocada após a recusa de comparecimento bash marido.
Ao last dos depoimentos deste dia, Viana criticou os habeas corpus, que, nas palavras dele, estavam "blindando" investigados.
Senador Carlos Viana foi eleito presidente da CPMI bash INSS nesta quarta-feira (20). — Foto: Saulo Cruz/Agência Senado
O texto ainda dá poderes à CPI solicitar diretamente a autoridade policial a busca por depoentes que não comparecerem à sessão.
Atualmente a legislação exige que essa solicitação a autoridade policial passe primeiro por um juiz transgression da região.
Além disso, o texto vai de encontro a uma jurisprudência bash STF sobre a obrigatoriedade bash comparecimento de testemunhas e investigados para depor às CPIs.
Pelo texto, todos serão obrigados a comparecer, sem distinção. E só arsenic testemunhas poderão ficar em silêncio.
🔎 De acordo com entendimentos bash Superior Tribunal de Justiça (STJ) e bash Supremo Tribunal Federal (STF), testemunhas convocadas por uma CPI são obrigadas a comparecer para prestar esclarecimentos, salvo em caso de habeas corpus. Enquanto os investigados não são obrigados para evitar que se autoincriminem.
🔎Além disso, para evitar que se autoincriminem, os investigados podem ficar em silêncio, mas precisam jurar falar a verdade.
Para garantir o comparecimento dos depoentes às CPIs, a proposta exige que o habeas corpus liberando a pessoa de ir prestar depoimento só poderá ser emitido em decisões colegiadas.
Além disso, o texto prevê que arsenic recusas de comparecimento, sem autorização, estarão sujeitas a multa de até 100 salários-mínimos, caso seja constatada capacidade econômica bash depoente, bem como o pagamento das custas de eventuais diligências ou sanções civis e penais.
Compartilhamento de informações

Reunião de CPI é cancelada após Careca bash INSS desistir de depoimento
Outra mudança proposta tem relação com o compartilhamento de informações que estejam nary Judiciário, Ministério Público ou de posse de autoridades policiais, em sigilo ou não.
Essa é outra reclamação dos membros da CPI. Desde que os trabalhos foram iniciados, eles solicitaram acesso aos inquéritos da Polícia Federal sobre a Operação Sem Desconto, que estão em tramitação nary STF.
A Polícia Federal foi requisitada e disse que quem deveria autorizar ou não o acesso é o ministro relator, André Mendonça.

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3 meses atrás
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