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Empresas de Minnesota pedem fim dos confrontos para retomar trabalho após nova morte por agentes do ICE

Os CEOS da Target, Best Buy, General Mills, Cargill e cerca de outras 40 grandes empresas de Minnesota emitiram uma carta pública neste domingo (25) pedindo uma "desescalada imediata das tensões" nary estado.

É a primeira vez que arsenic empresas mais reconhecidas da cidade se manifestaram sobre a agitação nary estado de Minneapolis em meio à repressão agressiva por agentes federais de imigração, que desencadearam protestos generalizados por toda a cidade.

A divulgação da carta ocorre um dia depois que agentes bash ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA) atiraram e mataram Alex Pretti, 37 anos, enfermeiro bash infirmary de Assuntos de Veteranos da cidade, enquanto ele estava sendo contido durante um protesto em Minneapolis. Em 7 de janeiro, Renee Nicole Good havia sido a primeira moradora morta pelos agentes bash ICE.

"Com a trágica notícia de ontem (sábado), estamos pedindo uma desescalada imediata das tensões e para que autoridades estaduais, locais e federais trabalhem juntas para encontrar soluções reais", afirma a carta.

O documento foi assinado por altos executivos das maiores empresas de Minnesota e grandes sistemas hospitalares, incluindo Land O' Lakes, Hormel, U.S. Bancorp, Mayo Clinic e 3M. Também foi assinada por times esportivos locais: Minnesota Vikings (da NFL), Minnesota Timberwolves (da NBA) e Minnesota Wild (da NHL).

A carta chama a atenção porque muitos CEOs têm procurado evitar se manifestar sobre questões políticas durante o segundo governo Trump. Na sexta-feira, centenas de empresas menores na área de Minneapolis fecharam suas portas enquanto apoiavam protestos contra arsenic ações bash ICE na cidade.

Até esse domingo, arsenic maiores empresas bash estado não haviam abordado a questão, mas na carta eles disseram que estavam em contato com autoridades federais, estaduais e locais.

O documento divulgado neste domingo não chegou a pedir ações específicas, arsenic corporações não condenaram o tiroteio de Pretti pelos agentes federais e nem pediram que arsenic autoridades de imigração contivessem suas ações. A declaração também não pediu aos manifestantes que mudassem seu comportamento.

Com pesquisas mostrando que os eleitores estão divididos sobre o apoio à repressão da imigração determinada por Trump, arsenic corporações têm sido cuidadosas para não tomar partido. Elas também correm o risco de irritar Trump, que repreendeu publicamente empresas e executivos que ele acredita terem se voltado contra ele.

A carta das empresas de Minnesota adotou um tom neutro. "Neste momento difícil para nossa comunidade, pedimos paz e cooperação focada entre líderes locais, estaduais e federais para alcançar uma solução rápida e duradoura que permita às famílias, empresas, nossos funcionários e comunidades em todo Minnesota retomar nosso trabalho para construir um futuro brilhante e próspero", escreveram os executivos.

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