2 semanas atrás 14

Entidades do setor financeiro divulgam carta em apoio a Gabriel Galípolo

Organizações afirmam que só com um Banco Central independente é possível ter um sistema financeiro saudável e sustentável. Assinam o texto Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), ABBC (Associação de Bancos Brasileiros), ABBI (Associação Brasileira de Bancos Internacionais), Abracam (Associação Brasileira de Câmbio), Abcripto (Associação Brasileira de Criptoeconomia), Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), Abfintechs (Associação Brasileira de Fintechs), Abipag (Associação Brasileira de Instituições de Pagamentos), Abranet (Associação Brasileira de Internet), Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento), Apiimf (Associação para a Interoperabilidade das Infraestruturas do Mercado Financeiro) e Zetta (Associação que reúne empresas de tecnologia atuantes no mercado financeiro e de pagamentos).

Apoio veio um dia depois da fala de Galípolo na audiência no Senado. O presidente do Banco Central fez um apelo público pela autonomia financeira da autoridade Ele ainda explicou a política de juros e respondeu a questionamentos sobre a atuação do órgão em casos recentes envolvendo instituições financeiras.

O que disse Galípolo

Galípolo afirmou que a economia aquecida e o baixo desemprego ajudam a explicar juros ainda altos no Brasil. Ele afirmou que choques de oferta têm pressionado os preços e citou como mais recente o impacto da guerra entre Estados Unidos e Irã, depois de covid-19, guerra entre Rússia e Ucrânia e o tarifaço dos Estados Unidos.

Presidente do BC reconheceu que o Brasil convive há décadas com juros mais altos que os de países pares. Ele disse, porém, que a inflação tem superado de forma recorrente o teto da meta de 3% e que o instrumento do Banco Central para levar a inflação à meta é a taxa de juros.

Ele também falou sobre o recorde de liquidações extrajudiciais desde 2025. Galípolo disse que o BC tem dificuldade para encontrar liquidantes, profissionais responsáveis por administrar instituições liquidadas, levantar ativos e pagar credores, após 13 decisões de liquidação extrajudicial no período.

Leia o artigo inteiro

Do Twitter

Comentários

Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro