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Esses são os 5 PIORES erros que você comete com o seu chuveiro elétrico

Você tem a impressão de que a resistência do seu chuveiro elétrico queima com uma frequência muito maior do que deveria? Antes de culpar a marca do fabricante, saiba que a vida útil do aparelho depende, principalmente, da qualidade da instalação e dos seus hábitos de uso no dia a dia. Erros simples, como ignorar a pressão da água ou insistir em modelos já obsoletos, podem estar drenando o seu dinheiro sem você perceber, o que resulta em trocas constantes de peças e contas de energia desnecessariamente altas.

Além do prejuízo financeiro, o uso incorreto do chuveiro elétrico pode comprometer o funcionamento do aparelho e sobrecarregar a fiação da residência, resultando em riscos graves como choques elétricos e até incêndios. Se o seu objetivo é parar de jogar dinheiro fora e fazer com que o equipamento dure muito mais tempo, confira a seguir a lista com os cinco erros clássicos que você precisa identificar e corrigir agora mesmo para garantir mais segurança e economia.

 Reprodução/Freepik Confira cinco erros que você pode cometer no seu chuveiro elétrico — Foto: Reprodução/Freepik

Os 5 piores erros para cometer com o seu chuveiro elétrico

Você pode conservar melhor o seu chuveiro elétrico e se precaver contra acidentes domésticos tomando alguns cuidados. Quer saber quais erros você pode estar cometendo sem saber? O TechTudo separou cinco dicas para a sua segurança.

  1. Comprar um modelo antigo
  2. Não fazer uma instalação correta
  3. Ignorar a pressão da água
  4. Não saber a diferença entre chuveiro elétrico e eletrônico
  5. Comprar um modelo que não atende suas necessidades

1. Comprar um modelo antigo

Economizar na compra de um modelo antigo ou usado pode arruinar a experiência, uma vez que o aparelho frequentemente carrega um desgaste interno invisível aos olhos. Por isso, é comum adquirir um chuveiro com contatos elétricos oxidados ou frouxos, além de diafragmas ressecados pela ação do tempo. Esses danos aumentam consideravelmente o risco de superaquecimento na fiação e curtos-circuitos, podendo ainda provocar vazamentos internos de água que comprometem a segurança do banho.

Além disso, modelos antigos costumam ser incompatíveis com redes elétricas modernas, onde o Dispositivo Diferencial Residual (DR) é item obrigatório de segurança. Como chuveiros mais velhos operavam com uma fuga de corrente natural, o sistema DR tende a interpretar essa característica como risco de choque, fazendo o disjuntor desarmar com frequência. Para evitar transtornos, a recomendação é optar sempre por aparelhos novos que tragam na embalagem a etiqueta "Compatível com DR".

 Rafael Costa/TechTudo Modelos antigos de chuveiro elétrico podem desarmar o disjuntor da casa com frequência — Foto: Rafael Costa/TechTudo

2. Não fazer uma instalação correta

Embora o chuveiro elétrico seja um aparelho seguro, sua instalação inadequada traz riscos graves, como falhas no aterramento, uso de fios mais finos que o indicado ou incompatibilidade de potência. Um fio terra desconectado expõe o usuário a choques, enquanto conexões precárias e fiações incorretas provocam superaquecimento, elevando o risco de curtos-circuitos e até mesmo de incêndios residenciais.

Além disso, a incompatibilidade entre o disjuntor e a potência do aparelho gera interrupções constantes. Se o disjuntor for subdimensionado, ele interpretará o alto consumo da água quente como uma sobrecarga iminente, cortando a energia automaticamente para prevenir danos. O resultado é o desarme frequente do quadro de luz durante o banho, indicando a necessidade urgente de adequação da rede elétrica.

 Reprodução/Redes Sociais Siga o manual de instruções para instalar o chuveiro elétrico corretamente — Foto: Reprodução/Redes Sociais

3. Ignorar a pressão da água

Um erro comum é focar apenas na voltagem e esquecer que o chuveiro é, essencialmente, um aparelho hidráulico. O excesso de pressão da água, frequente em apartamentos de andares baixos, pode romper o diafragma de borracha e causar danos imediatos ao funcionamento. O resultado varia desde vazamentos internos até a inutilização completa do aparelho, que deixa de acionar corretamente devido ao rompimento desse componente vital.

Já a baixa pressão é igualmente prejudicial, ocorrendo principalmente em casas onde a caixa d’água está instalada muito próxima ao telhado. O fluxo fraco torna-se insuficiente para resfriar a resistência durante o funcionamento, provocando um superaquecimento perigoso no sistema. Como consequência, é comum ocorrer a queima prematura da resistência ou até mesmo o derretimento da estrutura plástica do chuveiro.

 Lorenzetti/Reprodução Preste atenção na pressão da água que sai do seu chuveiro elétrico — Foto: Lorenzetti/Reprodução

4. Não saber a diferença entre chuveiro elétrico e eletrônico

Muitas pessoas confundem os aparelhos, mas chuveiros elétricos e eletrônicos têm diferenças cruciais de funcionamento. O modelo elétrico tradicional opera com chaves fixas (verão/inverno), deixando o usuário refém de extremos: ou a água sai muito quente, elevando o consumo de energia, ou morna demais, o que obriga a abrir o registro e desperdiçar água na tentativa de equilibrar a temperatura.

A grande vantagem do chuveiro eletrônico reside justamente no seu sistema de ajuste gradual. Equipado com uma haste ou painel de controle, ele permite regular a temperatura com precisão mesmo com o aparelho já em funcionamento. Essa funcionalidade supera as limitações das opções pré-definidas do modelo comum, garantindo conforto térmico sem a necessidade de manobras hidráulicas complexas.

 Reprodução/Dunard Chuveiros eletrônicos têm melhor ajuste de temperatura da água — Foto: Reprodução/Dunard

5. Comprar um modelo que não atende às suas necessidades

Como nem todo chuveiro é igual, é fundamental avaliar as necessidades específicas do seu banho antes da compra. Se busca precisão térmica, substitua os modelos multitemperatura, limitados às opções fixas de inverno e verão, por um chuveiro eletrônico. Já para residências com baixa pressão de água, a escolha inteligente é investir em modelos com pressurizador embutido, que são geralmente vendidos como "turbo", pois eles aumentam artificialmente o fluxo e garantem um banho mais confortável.

O tamanho do espalhador, a "cabeça" por onde sai a água, também deve ser escolhido com base na pressão disponível no imóvel. Modelos largos exigem boa pressão hidráulica ou o uso de pressurizadores para funcionarem adequadamente. Em contrapartida, versões menores são mais eficientes em cenários de baixa pressão, pois conseguem concentrar o fluxo para proporcionar um jato mais forte e direcionado, compensando a falta de força na rede.

 Reprodução/Pixabay Chuveiro com espalhador menor é recomendado para residências com baixa pressão — Foto: Reprodução/Pixabay

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