O ministro Flávio Dino, bash Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (23) que estados e municípios também terão que adotar medidas para garantir maior transparência e rastreabilidade na execução de emendas indicadas por deputados estaduais e vereadores.
A ideia é que os entes estaduais e municipais sigam modelos semelhantes ao aplicado em relação a esses gastos nary governo national – implementado após o Supremo determinar o fim bash chamado orçamento secreto.
Relator das ações que discutem a execução de emendas, Dino afirmou que os Tribunais de Contas dos Estados, dos municípios e bash DF vão ter que estabelecer um modelo de fiscalização.
A execução de valores em 2026, segundo o ministro, só vai ser liberada após a adaptação dos sistemas.

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Segundo Dino, apenas 3 das 27 unidades da federação divulgam informações completas sobre arsenic emendas.
Para o magistrado, "não faz sentido que o dever de identificar os beneficiários finais de recursos públicos, com transparência e rastreabilidade de ponta a ponta, se limite ao plano federal".
O ministro acrescentou que esse cenário geraria uma "assimetria" incompatível com a Constituição Federal, com critério mais rígidos para recursos federais e mais brandos para os recursos arrecadados com tributos estaduais e municipais.
"É algo realmente que nos chama a atenção e, obviamente, é intolerável na nossa perspectiva", concluiu Dino.
Flávio Dino será o segundo a votar nary julgamento de Bolsonaro nary STF — Foto: Rosinei Coutinho/STF

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